REsp 1824674 - DECISAO

REsp 1824674 - DECISAO

O recurso especial não foi conhecido porque a alteração do entendimento pretendida exigiria reexame do contexto fático-probatório quanto à existência de guarda judicial ou de fato da autora em relação à falecida avó, o que é vedado em recurso especial pela incidência da Súmula 7/STJ; por consequência, resta prejudicada a apreciação do dissídio jurisprudencial invocado.

Parties
Agravante: MARIA CLARA MOREIRA MOTA; Agravada: Autarquia federal
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
24 September 2021
Procedural Posture
Agravo Interno No Recurso Especial / Decisão No Superior Tribunal De Justiça
Outcome
Recurso especial não conhecido
Legal Topics
Guarda De Menor, Pensão Por Morte, Dependência Econômica, Súmula 7/stj, Tema 732/stj

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 5 Authorities cited 15 Party arguments 2 Amounts and remedies 1
Sign in to unlock

Parties

MARIA CLARA MOREIRA MOTA

Agravante

Autarquia federal

Agravada

Procedural Posture

Agravo Interno No Recurso Especial / Decisão No Superior Tribunal De Justiça

  1. 1 Direito do menor sob guarda à pensão por morte mediante comprovação de dependência econômica
  2. 2 Nulidade por ausência de intimação do Ministério Público em causas envolvendo incapazes
  3. 3 Incidência da Súmula 7/STJ em caso de reexame de prova

Ratio Decidendi

O recurso especial não foi conhecido porque a alteração do entendimento pretendida exigiria reexame do contexto fático-probatório quanto à existência de guarda judicial ou de fato da autora em relação à falecida avó, o que é vedado em recurso especial pela incidência da Súmula 7/STJ; por consequência, resta prejudicada a apreciação do dissídio jurisprudencial invocado.

Court Disposition

Recurso especial não conhecido

Orders

  • Não conheço do recurso especial do particular
  • Majorar em 10% (dez por cento) o valor dos honorários sucumbenciais já arbitrados em desfavor da parte recorrente, nos termos do art. 85, § 11, do CPC/2015