HC 977174 - ACORDAO
O habeas corpus foi denegado por ser impetração posterior ao trânsito em julgado, configurando substitutivo de revisão criminal incabível; ademais, não há ilegalidade flagrante nem violação do princípio acusatório, vez que o Ministério Público apelou pleiteando concurso material e o Tribunal reconheceu continuidade delitiva específica, resultado que, corrigido erro material, encontra-se em equivalência quanto ao quantum da pena (35 anos).
- Parties
- Paciente: Wallison Reinaldo Ferreira de Laia; Autoridade Coatora: Tribunal de Justiça de Minas Gerais
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 15 April 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão Colegiada (acórdão) Ordem Denegada; Impetração Após Trânsito Em Julgado (substitutivo De Revisão Criminal)
- Legal Topics
- Habeas Corpus, Revisão Criminal, Princípio Acusatório, Continuidade Delitiva Específica, Concurso Material, Trânsito Em Julgado, Erro Material Na Fixação Da Pena
Case Brief
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Parties
Wallison Reinaldo Ferreira de Laia
Paciente
Tribunal de Justiça de Minas Gerais
Autoridade Coatora
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão Colegiada (acórdão) Ordem Denegada; Impetração Após Trânsito Em Julgado (substitutivo De Revisão Criminal)
Legal Issues
- 1 Admissibilidade de habeas corpus quando a impetração ocorre após o trânsito em julgado (substitutivo de revisão criminal)
- 2 Ofensa ao princípio acusatório pela elaboração de acórdão que reconheceu continuidade delitiva específica diante de apelação do Ministério Público que pleiteava concurso material
- 3 Se a revisão da pena pelo tribunal a quo acarretou aumento maior do que o pleiteado pelo órgão de acusação
Ratio Decidendi
O habeas corpus foi denegado por ser impetração posterior ao trânsito em julgado, configurando substitutivo de revisão criminal incabível; ademais, não há ilegalidade flagrante nem violação do princípio acusatório, vez que o Ministério Público apelou pleiteando concurso material e o Tribunal reconheceu continuidade delitiva específica, resultado que, corrigido erro material, encontra-se em equivalência quanto ao quantum da pena (35 anos).
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