RHC 215271 - DECISAO
O habeas corpus não foi conhecido por constituir sucedâneo recursal frente à apelação pendente e por inexistir manifesta ilegalidade que justificasse a concessão da ordem de ofício; o pedido de adiamento foi formulado tardiamente, não há prova de quebra da confiança entre réu e advogados anteriores, não se demonstrou cerceamento de defesa nem defesa genérica, houve preclusão quanto à testemunha arrolada intempestivamente, e a execução provisória da pena foi mantida com fundamento no art. 492, I, "e", do CPP em razão da pena superior a 15 anos.
- Parties
- Paciente: JOELSON LUDOVICO DE SOUSA; Autoridade Coatora: JUÍZO DE DIREITO DA VARA DO JÚRI DA COMARCA DE CAMAÇARI/BA; Órgão Recorrido: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA BAHIA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 07 May 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão De Não Conhecimento Do Habeas Corpus (recurso Não Conhecido)
- Outcome
- Habeas Corpus não conhecido; manutenção da execução provisória da pena.
- Legal Topics
- Habeas Corpus, Tribunal Do Júri, Cerceamento De Defesa, Preclusão, Execução Provisória Da Pena, Mudança De Advogado, Nulidade Processual, Imparcialidade Judicial, Admissibilidade Recursal
Case Brief
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Parties
JOELSON LUDOVICO DE SOUSA
Paciente
JUÍZO DE DIREITO DA VARA DO JÚRI DA COMARCA DE CAMAÇARI/BA
Autoridade Coatora
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA BAHIA
Órgão Recorrido
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão De Não Conhecimento Do Habeas Corpus (recurso Não Conhecido)
Legal Issues
- 1 uso do habeas corpus como sucedâneo recursal
- 2 indeferimento do pedido de adiamento da sessão do júri
- 3 alegação de cerceamento de defesa por mudança de advogado
Ratio Decidendi
O habeas corpus não foi conhecido por constituir sucedâneo recursal frente à apelação pendente e por inexistir manifesta ilegalidade que justificasse a concessão da ordem de ofício; o pedido de adiamento foi formulado tardiamente, não há prova de quebra da confiança entre réu e advogados anteriores, não se demonstrou cerceamento de defesa nem defesa genérica, houve preclusão quanto à testemunha arrolada intempestivamente, e a execução provisória da pena foi mantida com fundamento no art. 492, I, "e", do CPP em razão da pena superior a 15 anos.
Court Disposition
Habeas Corpus não conhecido; manutenção da execução provisória da pena.
Orders
- Habeas Corpus não conhecido
- Manutenção da execução provisória da pena fixada ao paciente
Full Case Text
Judgment text and source record
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