HC 988151 - DECISAO
Concluiu-se que a busca domiciliar não era manifestamente ilegal diante de denúncias específicas e indícios de crime permanente; que a prisão preventiva estava devidamente fundamentada pela gravidade concreta comprovada pela quantidade de droga, insumos e munições; contudo, a Corte estadual não apresentou fundamentação idônea para indeferir a prisão domiciliar prevista no art. 318, V, do CPP para mulher responsável por criança menor de 12 anos, razão pela qual se substituiu a prisão preventiva por prisão domiciliar, salvo restabelecimento imediato em caso de descumprimento.
- Parties
- Paciente/denunciada: AMANDA ROBERTA GOMES COSTA; Autoridade Coatora: Tribunal de Justiça de Minas Gerais; Juízo Singular/autoridade Que Decretou a Preventiva: Juízo da 3ª Vara Criminal da comarca de Uberaba/MG; Manifestante: Ministério Público Federal; Intimado: Ministério Público estadual
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 19 May 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão (ordem Concedida Parcialmente)
- Outcome
- Ordem concedida parcialmente
- Legal Topics
- Habeas Corpus, Prisão Preventiva, Prisão Domiciliar, Violação De Domicílio, Tráfico De Drogas, Posse Ilegal De Arma De Fogo, Medidas Cautelares
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
AMANDA ROBERTA GOMES COSTA
Paciente/denunciada
Tribunal de Justiça de Minas Gerais
Autoridade Coatora
Juízo da 3ª Vara Criminal da comarca de Uberaba/MG
Juízo Singular/autoridade Que Decretou a Preventiva
Ministério Público Federal
Manifestante
Ministério Público estadual
Intimado
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão (ordem Concedida Parcialmente)
Legal Issues
- 1 nulidade por violação de domicílio
- 2 fundamentação da prisão preventiva
- 3 substituição da prisão preventiva por prisão domiciliar por ser mãe de criança menor de 12 anos
Ratio Decidendi
Concluiu-se que a busca domiciliar não era manifestamente ilegal diante de denúncias específicas e indícios de crime permanente; que a prisão preventiva estava devidamente fundamentada pela gravidade concreta comprovada pela quantidade de droga, insumos e munições; contudo, a Corte estadual não apresentou fundamentação idônea para indeferir a prisão domiciliar prevista no art. 318, V, do CPP para mulher responsável por criança menor de 12 anos, razão pela qual se substituiu a prisão preventiva por prisão domiciliar, salvo restabelecimento imediato em caso de descumprimento.
Court Disposition
Ordem concedida parcialmente
Orders
- Substituir a prisão preventiva imposta à paciente por prisão domiciliar, nos termos do art. 318, V, do Código de Processo Penal, a ser implementada pelo Magistrado singular
- O Magistrado singular poderá fixar outras medidas cautelares
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment