HC 1085408 - DECISAO
Não se conhece do habeas corpus porque não há flagrante ilegalidade: a decisão de conversão do flagrante em prisão preventiva encontra fundamentação concreta e requisitos do art. 312 do CPP (prova da materialidade e indícios de autoria), demanda a garantia da ordem pública e proteção da vítima idosa ante tentativa de agressão com uso de garfo e condenação anterior contra a mesma vítima (reincidência); o art. 20 da Lei Maria da Penha autoriza a decretação de preventiva pelo juiz, e medidas cautelares diversas foram consideradas insuficientes pela instância ordinária; revisar tais fatos e provas é inviável na via estreita do habeas corpus.
- Parties
- Paciente: LEONARDO SILVA CARRILHO; Órgão Julgador: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO DISTRITO FEDERAL E DOS TERRITÓRIOS; Órgão Ministerial: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 12 May 2026
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão De Não Conhecimento
- Outcome
- não conheço do habeas corpus
- Legal Topics
- Habeas Corpus, Prisão Preventiva, Violência Doméstica, Lei Nº 11.340/2006, Audiência De Custódia, Medidas Cautelares, Reiteração Delitiva, Conversão De Flagrante
Case Brief
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Parties
LEONARDO SILVA CARRILHO
Paciente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO DISTRITO FEDERAL E DOS TERRITÓRIOS
Órgão Julgador
MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
Órgão Ministerial
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão De Não Conhecimento
Legal Issues
- 1 Conversão de prisão em flagrante em prisão preventiva de ofício
- 2 Aplicabilidade do art. 20 da Lei nº 11.340/2006
- 3 Requisitos do art. 312 do CPP (fumus comissi delicti e periculum libertatis)
Ratio Decidendi
Não se conhece do habeas corpus porque não há flagrante ilegalidade: a decisão de conversão do flagrante em prisão preventiva encontra fundamentação concreta e requisitos do art. 312 do CPP (prova da materialidade e indícios de autoria), demanda a garantia da ordem pública e proteção da vítima idosa ante tentativa de agressão com uso de garfo e condenação anterior contra a mesma vítima (reincidência); o art. 20 da Lei Maria da Penha autoriza a decretação de preventiva pelo juiz, e medidas cautelares diversas foram consideradas insuficientes pela instância ordinária; revisar tais fatos e provas é inviável na via estreita do habeas corpus.
Court Disposition
não conheço do habeas corpus
Orders
- Publique-se
- Intimem-se
Full Case Text
Judgment text and source record
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