HC 693871 - ACORDAO
Não houve constrangimento ilegal por excesso de prazo porque, diante da complexidade da investigação sobre suposta organização criminosa, da pluralidade de réus, da existência de dois foragidos e do impacto das medidas relacionadas à pandemia, não se verifica desídia do Poder Judiciário; ademais, a decisão monocrática de não conhecer do habeas corpus foi compatível com o ordenamento (CPC e RISTJ) e não violou o princípio da colegialidade, não tendo sido trazidos ao agravo regimental novos argumentos capazes de desconstituir a decisão agravada, razão por que se negou provimento ao agravo regimental.
- Parties
- Agravante: MARIO VIEIRA FILHO; Agravante: FERNANDO FONSECA DE FIGUEIREDO E FARO; Agravante: SAMUEL GERALDO DA COSTA BARROZO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 04 November 2021
- Procedural Posture
- Agravo Regimental No Habeas Corpus / Julgamento Colegiado (quinta Turma)
- Outcome
- Negar provimento ao agravo regimental
- Legal Topics
- Habeas Corpus, Organização Criminosa, Roubo, Prisão Preventiva, Excesso De Prazo Para Conclusão Do Inquérito Policial, Decisão Monocrática E Princípio Da Colegialidade, Agravo Regimental, Sustentação Oral Em Agravo Regimental, Impacto Da Pandemia (covid 19) Nas Diligências
Case Brief
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Parties
MARIO VIEIRA FILHO
Agravante
FERNANDO FONSECA DE FIGUEIREDO E FARO
Agravante
SAMUEL GERALDO DA COSTA BARROZO
Agravante
Procedural Posture
Agravo Regimental No Habeas Corpus / Julgamento Colegiado (quinta Turma)
Legal Issues
- 1 Ocorrência de excesso de prazo para conclusão do inquérito policial
- 2 Manutenção ou relaxamento da prisão preventiva
- 3 Efeito da condição de foragido na possibilidade de reconhecer excesso de prazo
Ratio Decidendi
Não houve constrangimento ilegal por excesso de prazo porque, diante da complexidade da investigação sobre suposta organização criminosa, da pluralidade de réus, da existência de dois foragidos e do impacto das medidas relacionadas à pandemia, não se verifica desídia do Poder Judiciário; ademais, a decisão monocrática de não conhecer do habeas corpus foi compatível com o ordenamento (CPC e RISTJ) e não violou o princípio da colegialidade, não tendo sido trazidos ao agravo regimental novos argumentos capazes de desconstituir a decisão agravada, razão por que se negou provimento ao agravo regimental.
Court Disposition
Negar provimento ao agravo regimental
Orders
- Negar provimento ao agravo regimental
Full Case Text
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