HC 938481 - DECISAO
Não conheço do habeas corpus; subsidiariamente analisando, não se vislumbra constrangimento ilegal: a entrada no imóvel foi amparada por autorização da moradora vizinha e por fundada suspeita (denúncia, comportamento do paciente em cima do muro e afirmação 'estou armado'); materialidade e autoria do tráfico comprovadas pelos autos (drogas fracionadas, arma, munições, apetrechos, antecedentes e prisão correlata), tornando inviável a desclassificação para consumo pessoal; a dosimetria da pena e regime foram devidamente fundamentados e a minorante do art. 33, §4º da Lei de Drogas não se aplica por reincidência; a detração e progressão competem ao Juízo das Execuções Penais.
- Parties
- Paciente: FRANCIVAL SIMAO DE MELO; Órgão Julgador De Origem: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO CEARÁ
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 06 November 2024
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Não Conhecimento
- Outcome
- não conheço do presente habeas corpus
- Legal Topics
- Habeas Corpus, Tráfico De Drogas (lei N. 11.343/2006), Busca Domiciliar, Provas, Desclassificação Para Consumo Pessoal (art. 28, Lei N. 11.343/2006), Dosimetria Da Pena, Tráfico Privilegiado (art. 33, §4º, Regime De Cumprimento Da Pena, Detração, Inviolabilidade Do Domicílio
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
FRANCIVAL SIMAO DE MELO
Paciente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO CEARÁ
Órgão Julgador De Origem
Procedural Posture
Habeas Corpus / Não Conhecimento
Legal Issues
- 1 Nulidade da busca domiciliar e das provas dela oriundas
- 2 Suficiência probatória para condenação por tráfico (art. 33, caput, Lei 11.343/2006)
- 3 Pedido de desclassificação para consumo pessoal (art. 28, Lei 11.343/2006)
Ratio Decidendi
Não conheço do habeas corpus; subsidiariamente analisando, não se vislumbra constrangimento ilegal: a entrada no imóvel foi amparada por autorização da moradora vizinha e por fundada suspeita (denúncia, comportamento do paciente em cima do muro e afirmação 'estou armado'); materialidade e autoria do tráfico comprovadas pelos autos (drogas fracionadas, arma, munições, apetrechos, antecedentes e prisão correlata), tornando inviável a desclassificação para consumo pessoal; a dosimetria da pena e regime foram devidamente fundamentados e a minorante do art. 33, §4º da Lei de Drogas não se aplica por reincidência; a detração e progressão competem ao Juízo das Execuções Penais.
Court Disposition
não conheço do presente habeas corpus
Orders
- Publique-se
- Intimem-se
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment