HC 1011301 - ACORDAO

HC 1011301 - ACORDAO

A ordem foi denegada porque a impetração configura tentativa de revisão criminal sobre condenação com trânsito em julgado, hipótese em que o habeas corpus é inadequado por exigir reexame aprofundado do conjunto fático-probatório; a condenação por tráfico foi sustentada por elementos probatórios robustos e circunstanciais (abordagem, campana, entregas, evasão e apreensão de 14 eppendorfs), a valoração dos maus antecedentes foi procedente à luz do sistema da perpetuidade e do art. 64, I, do CP, a dosimetria da pena apresentou fundamentação concreta e discricionária adequada, e o regime fechado foi corretamente fixado com base no art. 33, §§ 2º e 3º do CP.

Parties
Paciente: EVANDRO ROLDAO DA SILVA
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
09 September 2025
Procedural Posture
Habeas Corpus Substitutivo De Revisão Criminal / Ordem Denegada
Legal Topics
Habeas Corpus, Revisão Criminal, Tráfico De Drogas, Desclassificação Para Art. 28/lei 11.343/2006, Dosimetria Da Pena, Maus Antecedentes, Regime Inicial De Cumprimento

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 5 Party arguments 2
Sign in to unlock

Parties

EVANDRO ROLDAO DA SILVA

Paciente

Procedural Posture

Habeas Corpus Substitutivo De Revisão Criminal / Ordem Denegada

  1. 1 possibilidade de desclassificação do crime de tráfico para porte para consumo (art. 28 da Lei 11.343/2006)
  2. 2 admissibilidade do habeas corpus como via para reexame de matéria probatória e revisão criminal
  3. 3 valoração dos maus antecedentes e aplicação do período depurador do art. 64, I, do CP

Ratio Decidendi

A ordem foi denegada porque a impetração configura tentativa de revisão criminal sobre condenação com trânsito em julgado, hipótese em que o habeas corpus é inadequado por exigir reexame aprofundado do conjunto fático-probatório; a condenação por tráfico foi sustentada por elementos probatórios robustos e circunstanciais (abordagem, campana, entregas, evasão e apreensão de 14 eppendorfs), a valoração dos maus antecedentes foi procedente à luz do sistema da perpetuidade e do art. 64, I, do CP, a dosimetria da pena apresentou fundamentação concreta e discricionária adequada, e o regime fechado foi corretamente fixado com base no art. 33, §§ 2º e 3º do CP.