HC 933476 - ACORDAO
As matérias trazidas pelo agravante constituem mera reiteração de questões já apreciadas em recurso próprio pelo mesmo defensor (AREsp n. 1.810.672/AP); não houve demonstração de prejuízo necessário para reconhecer nulidade nos termos do art. 563 do CPP; as instâncias ordinárias firmaram a imputabilidade sem prova técnica de insanidade; o indeferimento de perguntas pelo juízo encontra amparo no art. 212 do CPP; não se verificou uso de argumento de autoridade vedado pelo art. 478 do CPP; e a dosimetria, inclusive a valoração negativa da conduta social, foi fundamentada e está dentro da discricionariedade judicial, razão pela qual se nega provimento ao agravo regimental.
- Parties
- Paciente: KASSIO DE MANGAS DOS SANTOS; Tribunal a Quo: Tribunal de Justiça do Estado do Amapá
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 13 February 2025
- Procedural Posture
- Agravo Regimental No Habeas Corpus Substitutivo De Recurso Próprio / Julgamento Colegiado (acórdão)
- Outcome
- Negar provimento ao agravo regimental
- Legal Topics
- Homicídio Qualificado, Cerceamento De Defesa, Afastamento De Qualificadora Do Meio Cruel, Semi Imputabilidade, Nulidades Em Sessão Plenária, Argumento De Autoridade, Art. 212 CPP Indeferimento De Perguntas, Dosimetria Da Pena, Conduta Social Como Circunstância Judicial, Reiteração De Tese (mera Reiteração)
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
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Parties
KASSIO DE MANGAS DOS SANTOS
Paciente
Tribunal de Justiça do Estado do Amapá
Tribunal a Quo
Procedural Posture
Agravo Regimental No Habeas Corpus Substitutivo De Recurso Próprio / Julgamento Colegiado (acórdão)
Legal Issues
- 1 Mera reiteração de questões já apreciadas em AREsp n. 1.810.672/AP
- 2 Necessidade de demonstração de prejuízo para reconhecimento de nulidade (art. 563 CPP)
- 3 Taxatividade do rol do art. 478, I, do CPP
Ratio Decidendi
As matérias trazidas pelo agravante constituem mera reiteração de questões já apreciadas em recurso próprio pelo mesmo defensor (AREsp n. 1.810.672/AP); não houve demonstração de prejuízo necessário para reconhecer nulidade nos termos do art. 563 do CPP; as instâncias ordinárias firmaram a imputabilidade sem prova técnica de insanidade; o indeferimento de perguntas pelo juízo encontra amparo no art. 212 do CPP; não se verificou uso de argumento de autoridade vedado pelo art. 478 do CPP; e a dosimetria, inclusive a valoração negativa da conduta social, foi fundamentada e está dentro da discricionariedade judicial, razão pela qual se nega provimento ao agravo regimental.
Court Disposition
Negar provimento ao agravo regimental
Orders
- Agravo regimental a que se nega provimento.
Full Case Text
Judgment text and source record
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