AREsp 3208871 - DECISAO
O acórdão recorrente enfrentou de forma fundamentada a questão do índice de correção monetária (adotando IGP-M até 28/08/2024 e IPCA a partir daí, em razão da Lei 14.905/2024 que alterou o art. 389 do CC), de modo que não houve omissão por violação do art. 1.022 do CPC. Ademais, a alegação de dissídio jurisprudencial foi considerada inviável por ausência de indicação do dispositivo legal divergente e por falta de cotejo analítico e comprovação de similitude fática, nos termos da Súmula 284/STF e dos arts. 1.029, §1º, do CPC e 255 do RISTJ; assim, o recurso especial foi parcialmente conhecido e, nessa parte, não provido.
- Parties
- Agravante/recorrente: BANCO REGIONAL DE DESENVOLVIMENTO DO EXTREMO SUL - BRDE; Agravado: BARUFALDI ADVOGADOS; Agravado: ERNANI FLAVIO TEMP
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 18 May 2026
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial (impugnação Ao Cumprimento De Sentença) / Recurso Especial Parcialmente Conhecido E, Nessa Parte, Não Provido
- Outcome
- Recurso especial parcialmente conhecido e, nessa parte, negado provimento.
- Legal Topics
- Honorários Sucumbenciais, Correção Monetária, Embargos De Declaração, Dissídio Jurisprudencial, Interpretação De Leis E Aplicação Temporal De Índices
Case Brief
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Parties
BANCO REGIONAL DE DESENVOLVIMENTO DO EXTREMO SUL - BRDE
Agravante/recorrente
BARUFALDI ADVOGADOS
Agravado
ERNANI FLAVIO TEMP
Agravado
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial (impugnação Ao Cumprimento De Sentença) / Recurso Especial Parcialmente Conhecido E, Nessa Parte, Não Provido
Legal Issues
- 1 Omissão alegada quanto ao art. 1.022 do CPC
- 2 Índice de correção monetária aplicável aos honorários sucumbenciais (IGP-M versus IPCA)
- 3 Termo inicial da correção dos honorários sucumbenciais
Ratio Decidendi
O acórdão recorrente enfrentou de forma fundamentada a questão do índice de correção monetária (adotando IGP-M até 28/08/2024 e IPCA a partir daí, em razão da Lei 14.905/2024 que alterou o art. 389 do CC), de modo que não houve omissão por violação do art. 1.022 do CPC. Ademais, a alegação de dissídio jurisprudencial foi considerada inviável por ausência de indicação do dispositivo legal divergente e por falta de cotejo analítico e comprovação de similitude fática, nos termos da Súmula 284/STF e dos arts. 1.029, §1º, do CPC e 255 do RISTJ; assim, o recurso especial foi parcialmente conhecido e, nessa parte, não provido.
Court Disposition
Recurso especial parcialmente conhecido e, nessa parte, negado provimento.
Orders
- Conheço parcialmente do recurso especial e, nessa extensão, nego-lhe provimento.
- Publique-se.
Full Case Text
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