REsp 1911878 - ACORDAO
O Agravo Interno foi desprovido porque o Tribunal de origem se manifestou de forma fundamentada sobre as questões suscitadas, não havendo omissão nos termos dos arts. 489 e 1.022 do CPC, e porque a controvérsia relativa à exclusão do ICMS da base de cálculo do PIS/COFINS envolve matéria estritamente constitucional (Tema 69/STF), cuja apreciação do mérito no recurso especial implicaria usurpação de competência do Supremo Tribunal Federal.
- Parties
- Impetrante: empresa; Impetrado: Delegado da Receita Federal em Joinville/SC; Representante Do Impetrado: União (Fazenda Nacional)
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 01 July 2021
- Procedural Posture
- Agravo Interno / Decisão Colegiada (segunda Turma)
- Outcome
- Agravo Interno não provido
- Legal Topics
- ICMS, PIS, COFINS, Base De Cálculo, Tema 69/stf, Substituição Tributária
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
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Parties
empresa
Impetrante
Delegado da Receita Federal em Joinville/SC
Impetrado
União (Fazenda Nacional)
Representante Do Impetrado
Procedural Posture
Agravo Interno / Decisão Colegiada (segunda Turma)
Legal Issues
- 1 ofensa aos arts. 489 e 1.022 do Código de Processo Civil
- 2 exclusão do ICMS destacado da nota fiscal da base de cálculo do PIS/COFINS
- 3 competência exclusiva do Supremo Tribunal Federal para matéria estritamente constitucional (Tema 69/STF)
Ratio Decidendi
O Agravo Interno foi desprovido porque o Tribunal de origem se manifestou de forma fundamentada sobre as questões suscitadas, não havendo omissão nos termos dos arts. 489 e 1.022 do CPC, e porque a controvérsia relativa à exclusão do ICMS da base de cálculo do PIS/COFINS envolve matéria estritamente constitucional (Tema 69/STF), cuja apreciação do mérito no recurso especial implicaria usurpação de competência do Supremo Tribunal Federal.
Court Disposition
Agravo Interno não provido
Orders
- Negar provimento ao Agravo Interno.
- Advertir que ajuizar recurso protelatório poderá ensejar reconhecimento de litigância de má-fé e aplicação das multas previstas nos arts. 81 e 1.026, §§ 2º e 3º, do CPC/2015.
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