REsp 2144763 - DECISAO
O recurso especial não foi conhecido porque a questão sobre se a indicação do auditor em vez do delegado configuraria mero erro material exigiria exame da legislação local (vedado em recurso especial pela Súmula 280/STF) e porque o tribunal de origem fundou-se também na falta de requerimento de retificação em primeira instância (insurgência não especificamente impugnada, Súmula 283/STF); no mérito da instância estadual restou reconhecida ilegitimidade passiva das autoridades apontadas por entender que a competência para cobrança do DIFAL é das Delegacias Fiscais e que a teoria da encampação não se aplica ante a inexistência de relação de hierarquia (Súmula 628/STJ).
- Parties
- Recorrente/impetrante: PROXYS COMÉRCIO ELETRÔNICO LTDA.; Apelado: ESTADO DE MINAS GERAIS; Autoridade Coatora Indicada: AUDITOR FISCAL DA RECEITA ESTADUAL DO ESTADO DE MINAS GERAIS; Autoridade Coatora Indicada: SUPERINTENDENTE DE ARRECADAÇÃO E INFORMAÇÕES FISCAIS
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 28 August 2024
- Procedural Posture
- Recurso Especial (originariamente Mandado De Segurança) / Não Conhecido (decisão De Admissibilidade, Art. 255, § 4º, I, Do Ristj)
- Outcome
- não conhecido do recurso especial
- Legal Topics
- ICMS, Diferencial De Alíquota (difal), Ilegitimidade Passiva, Teoria Da Encampação, Erro Material Na Indicação Da Autoridade Coatora, Emenda Da Inicial, Competência Administrativa Estadual
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
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Parties
PROXYS COMÉRCIO ELETRÔNICO LTDA.
Recorrente/impetrante
ESTADO DE MINAS GERAIS
Apelado
AUDITOR FISCAL DA RECEITA ESTADUAL DO ESTADO DE MINAS GERAIS
Autoridade Coatora Indicada
SUPERINTENDENTE DE ARRECADAÇÃO E INFORMAÇÕES FISCAIS
Autoridade Coatora Indicada
Procedural Posture
Recurso Especial (originariamente Mandado De Segurança) / Não Conhecido (decisão De Admissibilidade, Art. 255, § 4º, I, Do Ristj)
Legal Issues
- 1 Se a autoridade indicada na exordial é a autoridade coatora competente para desfazer o ato impugnado
- 2 Se a atribuição da cobrança do DIFAL compete às Delegacias Fiscais e não às autoridades indicadas
- 3 Aplicabilidade da teoria da encampação diante da ausência de vínculo hierárquico
Ratio Decidendi
O recurso especial não foi conhecido porque a questão sobre se a indicação do auditor em vez do delegado configuraria mero erro material exigiria exame da legislação local (vedado em recurso especial pela Súmula 280/STF) e porque o tribunal de origem fundou-se também na falta de requerimento de retificação em primeira instância (insurgência não especificamente impugnada, Súmula 283/STF); no mérito da instância estadual restou reconhecida ilegitimidade passiva das autoridades apontadas por entender que a competência para cobrança do DIFAL é das Delegacias Fiscais e que a teoria da encampação não se aplica ante a inexistência de relação de hierarquia (Súmula 628/STJ).
Court Disposition
não conhecido do recurso especial
Orders
- NÃO CONHEÇO do recurso especial (art. 255, § 4º, I, do RISTJ).
- Publique-se. Intimem-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
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