REsp 1860994 - ACORDAO
Negou-se provimento ao agravo interno, mantendo-se a decisão agravada que, à luz do entendimento firmado pela Primeira Seção no EAREsp n. 1.775.781, admite o creditamento de ICMS sobre materiais classificados como produtos intermediários quando demonstrada a essencialidade para a atividade-fim; ressalta-se que bens de uso e consumo permanecem sujeitos à limitação temporal do art. 33, I, da LC 87/1996; determinou-se a devolução dos autos à origem para nova decisão observando essas premissas.
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 16 December 2024
- Procedural Posture
- Agravo Interno / Julgamento Colegiado (segunda Turma)
- Outcome
- Agravo interno improvido; negar provimento ao agravo interno e manter a decisão agravada.
- Legal Topics
- ICMS, Creditamento, Bens De Uso E Consumo, Produtos Intermediários, Decadência, Honorários Advocatícios
Case Brief
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Procedural Posture
Agravo Interno / Julgamento Colegiado (segunda Turma)
Legal Issues
- 1 Possibilidade de creditamento de ICMS sobre aquisição de materiais (produtos intermediários) empregados no processo produtivo
- 2 Distinção entre bens de uso e consumo e insumos para fins de creditamento de ICMS
- 3 Aplicação do art. 33, I, da Lei Complementar n. 87/1996 como limitador temporal para bens de uso e consumo
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo interno, mantendo-se a decisão agravada que, à luz do entendimento firmado pela Primeira Seção no EAREsp n. 1.775.781, admite o creditamento de ICMS sobre materiais classificados como produtos intermediários quando demonstrada a essencialidade para a atividade-fim; ressalta-se que bens de uso e consumo permanecem sujeitos à limitação temporal do art. 33, I, da LC 87/1996; determinou-se a devolução dos autos à origem para nova decisão observando essas premissas.
Court Disposition
Agravo interno improvido; negar provimento ao agravo interno e manter a decisão agravada.
Orders
- Negar provimento ao agravo interno.
- Manter a decisão agravada e devolver os autos à origem para que nova decisão seja proferida, observadas as premissas da jurisprudência da Primeira Seção (EAREsp n. 1.775.781).
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