REsp 2054041 - DECISAO

REsp 2054041 - DECISAO

O recurso especial não foi conhecido porque o Tribunal de origem, ao declarar a ilegitimidade passiva das autoridades apontadas como coatoras, fundamentou-se na disciplina da Lei Estadual nº 23.304/2019 e do Decreto Estadual nº 47.794/2019, que atribuem às Delegacias Fiscais a competência para formalizar e cobrar o DIFAL, e porque não há relação hierárquica que permita a aplicação da teoria da encampação nos termos da Súmula nº 628 do STJ; ademais, a matéria exige análise de legislação estadual, o que afasta o conhecimento do recurso especial.

Parties
Recorrente: BRS SP SUPRIMENTOS CORPORATIVOS S/A; Autoridade Coatora: Auditor Fiscal da Receita Estadual; Autoridade Coatora: Superintendente de Arrecadação e Informações Fiscais
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
01 August 2024
Procedural Posture
Recurso Especial / Não Conhecido (decisão De Mérito Não Conhecida)
Outcome
Não conheço do recurso especial.
Legal Topics
Icms/difal, Mandado De Segurança, Ilegitimidade Passiva, Teoria Da Encampação, Competência Administrativa, Interpretação De Norma Estadual

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 5 Authorities cited 14 Party arguments 2
Sign in to unlock

Parties

BRS SP SUPRIMENTOS CORPORATIVOS S/A

Recorrente

Auditor Fiscal da Receita Estadual

Autoridade Coatora

Superintendente de Arrecadação e Informações Fiscais

Autoridade Coatora

Procedural Posture

Recurso Especial / Não Conhecido (decisão De Mérito Não Conhecida)

  1. 1 Ilegitimidade passiva das autoridades indicadas como coatoras
  2. 2 Competência para cobrança e formalização do DIFAL atribuída às Delegacias Fiscais por norma estadual e decreto
  3. 3 Aplicabilidade da teoria da encampação (Súmula nº 628/STJ)

Ratio Decidendi

O recurso especial não foi conhecido porque o Tribunal de origem, ao declarar a ilegitimidade passiva das autoridades apontadas como coatoras, fundamentou-se na disciplina da Lei Estadual nº 23.304/2019 e do Decreto Estadual nº 47.794/2019, que atribuem às Delegacias Fiscais a competência para formalizar e cobrar o DIFAL, e porque não há relação hierárquica que permita a aplicação da teoria da encampação nos termos da Súmula nº 628 do STJ; ademais, a matéria exige análise de legislação estadual, o que afasta o conhecimento do recurso especial.

Court Disposition

Não conheço do recurso especial.

Orders

  • Não conheço do recurso especial.
  • Publique-se.