AREsp 1882717 - DECISAO
Conheceu-se em parte do agravo interno por ser este o recurso cabível contra decisão que negou seguimento ao recurso especial com fundamento em precedente repetitivo (art. 1.030, §2º CPC/2015). Como o acórdão recorrido está em conformidade com precedentes repetitivos do STJ que reconhecem a legitimidade concomitante do promitente comprador e do promitente vendedor para figurar no polo passivo do IPTU, e o agravante não demonstrou o registro da transferência no cartório capaz de elidir a presunção da CDA, impõe-se negar provimento ao recurso especial, sendo vedada a revisão do acervo probatório (Súmula 7).
- Parties
- Agravante: RUY BRITO DE OLIVEIRA PEDROZA; Recorrido: Município de São Paulo
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 31 August 2021
- Procedural Posture
- Agravo Interno / Decisão (conheço Em Parte Do Agravo E Nego Provimento Ao Recurso Especial)
- Legal Topics
- IPTU, Legitimidade Passiva, Recurso Especial, Agravo Interno, Prejudicial De Mérito (exceção De Pré Executividade), Precedente Repetitivo, Súmula 7 STJ
Case Brief
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Parties
RUY BRITO DE OLIVEIRA PEDROZA
Agravante
Município de São Paulo
Recorrido
Procedural Posture
Agravo Interno / Decisão (conheço Em Parte Do Agravo E Nego Provimento Ao Recurso Especial)
Legal Issues
- 1 cabimento de agravo interno contra decisão que nega seguimento a recurso especial com fundamento em precedente repetitivo
- 2 legitimidade passiva do promitente vendedor e do promitente comprador para pagamento do IPTU
- 3 presunção de veracidade da Certidão de Dívida Ativa e necessidade de prova da transferência registrada no cartório
Ratio Decidendi
Conheceu-se em parte do agravo interno por ser este o recurso cabível contra decisão que negou seguimento ao recurso especial com fundamento em precedente repetitivo (art. 1.030, §2º CPC/2015). Como o acórdão recorrido está em conformidade com precedentes repetitivos do STJ que reconhecem a legitimidade concomitante do promitente comprador e do promitente vendedor para figurar no polo passivo do IPTU, e o agravante não demonstrou o registro da transferência no cartório capaz de elidir a presunção da CDA, impõe-se negar provimento ao recurso especial, sendo vedada a revisão do acervo probatório (Súmula 7).
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