AREsp 1913256 - DECISAO

AREsp 1913256 - DECISAO

Conheceu-se do agravo e não se conheceu do recurso especial em razão de deficiência de fundamentação quanto às violações legais apontadas (incidência da Súmula 284/STF), da existência de matéria que conflita lei ordinária e lei complementar (implicando natureza constitucional) e da ausência de prequestionamento de pontos relevantes (incidência das Súmulas 282 e 356 do STF); além disso, o Tribunal de origem concluiu que o credor fiduciário não possui legitimidade passiva ad causam para a cobrança do IPTU enquanto mantiver apenas posse indireta e resolúvel, respondendo somente se imitido na posse direta ou consolidada a propriedade.

Parties
Agravante: MUNICÍPIO DE SÃO PAULO; Agravado/executado: credor fiduciário
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
03 September 2021
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Conhecido Do Agravo; Não Conhecido Do Recurso Especial
Outcome
Conheço do agravo; não conheço do recurso especial
Legal Topics
IPTU, Alienação Fiduciária, Legitimidade Passiva, Exceção De Pré Executividade, Responsabilidade Tributária, Prequestionamento, Súmulas

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

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Parties

MUNICÍPIO DE SÃO PAULO

Agravante

credor fiduciário

Agravado/executado

Procedural Posture

Agravo Em Recurso Especial / Conhecido Do Agravo; Não Conhecido Do Recurso Especial

  1. 1 Se o credor fiduciário possui legitimidade passiva ad causam para responder pelo IPTU
  2. 2 Efeito das regras da Lei 9.514/1997 (§8º do art. 27) e do art. 1368-B do Código Civil sobre responsabilidade pelo IPTU
  3. 3 Aplicabilidade do art. 117, II, do CTN e dos arts. 1.359 e 1.360 do CC ao caso

Ratio Decidendi

Conheceu-se do agravo e não se conheceu do recurso especial em razão de deficiência de fundamentação quanto às violações legais apontadas (incidência da Súmula 284/STF), da existência de matéria que conflita lei ordinária e lei complementar (implicando natureza constitucional) e da ausência de prequestionamento de pontos relevantes (incidência das Súmulas 282 e 356 do STF); além disso, o Tribunal de origem concluiu que o credor fiduciário não possui legitimidade passiva ad causam para a cobrança do IPTU enquanto mantiver apenas posse indireta e resolúvel, respondendo somente se imitido na posse direta ou consolidada a propriedade.

Court Disposition

Conheço do agravo; não conheço do recurso especial

Orders

  • Majoram-se os honorários de advogado em desfavor da parte recorrente em 15% sobre o valor já arbitrado nas instâncias de origem, nos termos do art. 85, § 11, do CPC
  • Publique-se