AREsp 1757340 - DECISAO

AREsp 1757340 - DECISAO

O agravo foi conhecido, mas o recurso especial não foi conhecido porque o recorrente não atacou especificamente o fundamento decisório identificado no acórdão recorrido, que se apoiou na previsão legal de que a responsabilidade tributária do imóvel objeto de alienação fiduciária é do devedor fiduciante (Lei nº 9.514/1997, art. 27, § 8º); adiçãolmente, a alegação baseada no art. 34 do CTN e na possibilidade de opção do ente tributante encontrou óbice de admissibilidade relativo à Súmula 283/STF, razão pela qual o STJ, com fundamento no art. 253, parágrafo único, II, "a", do RISTJ, conheceu do agravo para não conhecer do recurso especial.

Parties
Agravante: MUNICÍPIO DE SÃO PAULO - SP; Devedor Fiduciante: Claudio Capato Junior; Devedora Fiduciante: Tamine Teixeira da Costa Capato
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
17 September 2021
Procedural Posture
Agravo Para Admissão De Recurso Especial Em Execução Fiscal / Decisão De Admissibilidade (conhecimento Do Agravo E Não Conhecimento Do Recurso Especial)
Outcome
CONHEÇO do agravo e NÃO CONHEÇO do recurso especial.
Legal Topics
IPTU, Alienação Fiduciária, Ilegitimidade Passiva, Execução Fiscal, Admissibilidade De Recurso Especial, Honorários Advocatícios

Case Brief

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Parties

MUNICÍPIO DE SÃO PAULO - SP

Agravante

Claudio Capato Junior

Devedor Fiduciante

Tamine Teixeira da Costa Capato

Devedora Fiduciante

Procedural Posture

Agravo Para Admissão De Recurso Especial Em Execução Fiscal / Decisão De Admissibilidade (conhecimento Do Agravo E Não Conhecimento Do Recurso Especial)

  1. 1 Se o credor fiduciário é sujeito passivo do IPTU incidente sobre imóvel objeto de alienação fiduciária
  2. 2 Aplicação do art. 27, § 8º da Lei 9.514/1997 quanto à responsabilidade tributária do devedor fiduciante
  3. 3 Incidência do art. 34 do CTN e sua compatibilidade com a lei especial

Ratio Decidendi

O agravo foi conhecido, mas o recurso especial não foi conhecido porque o recorrente não atacou especificamente o fundamento decisório identificado no acórdão recorrido, que se apoiou na previsão legal de que a responsabilidade tributária do imóvel objeto de alienação fiduciária é do devedor fiduciante (Lei nº 9.514/1997, art. 27, § 8º); adiçãolmente, a alegação baseada no art. 34 do CTN e na possibilidade de opção do ente tributante encontrou óbice de admissibilidade relativo à Súmula 283/STF, razão pela qual o STJ, com fundamento no art. 253, parágrafo único, II, "a", do RISTJ, conheceu do agravo para não conhecer do recurso especial.

Court Disposition

CONHEÇO do agravo e NÃO CONHEÇO do recurso especial.

Orders

  • CONHEÇO do agravo interposto.
  • NÃO CONHECER do recurso especial.