AREsp 1955095 - DECISAO
Conheço do agravo, mas não conheço do recurso especial em razão da incidência da Súmula 284/STF, por deficiência da fundamentação recursal (ausência de indicação clara e precisa dos comandos normativos atacados e não impugnação específica dos fundamentos do acórdão recorrido). Ademais, não foi comprovada divergência jurisprudencial nos termos dos arts. 1.029, § 1º, do CPC e 255 do Regimento Interno do STJ. Em consequência, manteve-se a conclusão de que, na hipótese concreta, sem prova de inadimplemento, o credor fiduciário não é considerado proprietário para fins de cobrança do IPTU.
- Parties
- Agravante: MUNICÍPIO DE SÃO PAULO; Agravado: BANCO SANTANDER S.A.; Terceiro: FLÁVIO SAVOLDI
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 04 November 2021
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão Sobre Conhecimento/admissibilidade
- Outcome
- Conheço do agravo e não conheço do recurso especial
- Legal Topics
- IPTU, Alienação Fiduciária, Ilegitimidade Passiva, Execução Fiscal, Admissibilidade De Recurso Especial, Súmula 284/stf, Responsabilidade Tributária
Case Brief
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Parties
MUNICÍPIO DE SÃO PAULO
Agravante
BANCO SANTANDER S.A.
Agravado
FLÁVIO SAVOLDI
Terceiro
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão Sobre Conhecimento/admissibilidade
Legal Issues
- 1 Se o credor fiduciário é legítimo para responder como proprietário pelo IPTU na ausência de consolidação da propriedade por inadimplemento
- 2 Aplicabilidade dos arts. 26 e 27, § 8º, da Lei nº 9.514/1997
- 3 Interpretação do art. 117, II, do CTN quanto a situações sujeitas à condição resolutiva
Ratio Decidendi
Conheço do agravo, mas não conheço do recurso especial em razão da incidência da Súmula 284/STF, por deficiência da fundamentação recursal (ausência de indicação clara e precisa dos comandos normativos atacados e não impugnação específica dos fundamentos do acórdão recorrido). Ademais, não foi comprovada divergência jurisprudencial nos termos dos arts. 1.029, § 1º, do CPC e 255 do Regimento Interno do STJ. Em consequência, manteve-se a conclusão de que, na hipótese concreta, sem prova de inadimplemento, o credor fiduciário não é considerado proprietário para fins de cobrança do IPTU.
Court Disposition
Conheço do agravo e não conheço do recurso especial
Orders
- Conhecer do agravo
- Não conhecer do recurso especial
Full Case Text
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