AREsp 1925496 - ACORDAO
A Corte concluiu que o acórdão recorrido analisou a questão com base na Lei 9.514/1997, reconhecendo que o credor fiduciário possui domínio resolúvel e posse indireta e, portanto, não é responsável pelo IPTU; assim, a insurgência apenas fundada no art. 34 do CTN não é suficiente para desconstituir os fundamentos não impugnados do acórdão recorrido, impondo a aplicação das Súmulas 284 e 283 do STF e o não provimento do agravo interno.
- Parties
- Agravante: MUNICÍPIO DE SÃO PAULO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 09 December 2021
- Procedural Posture
- Agravo Interno / Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial
- Outcome
- Agravo interno não provido
- Legal Topics
- IPTU, Credor Fiduciário, Legitimidade Passiva, Art. 34 Do CTN, Lei 9.514/1997, Súmula 284/stf, Súmula 283/stf
Case Brief
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Parties
MUNICÍPIO DE SÃO PAULO
Agravante
Procedural Posture
Agravo Interno / Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Legitimidade passiva do credor fiduciário em execução fiscal de IPTU
- 2 Alcance do art. 34 do CTN como fundamento para responsabilizar credor fiduciário
- 3 Aplicação das Súmulas 283 e 284 do STF e efeitos da ausência de impugnação dos fundamentos do acórdão recorrido
Ratio Decidendi
A Corte concluiu que o acórdão recorrido analisou a questão com base na Lei 9.514/1997, reconhecendo que o credor fiduciário possui domínio resolúvel e posse indireta e, portanto, não é responsável pelo IPTU; assim, a insurgência apenas fundada no art. 34 do CTN não é suficiente para desconstituir os fundamentos não impugnados do acórdão recorrido, impondo a aplicação das Súmulas 284 e 283 do STF e o não provimento do agravo interno.
Court Disposition
Agravo interno não provido
Orders
- Negar provimento ao agravo interno.
Full Case Text
Judgment text and source record
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