REsp 2131882 - DECISAO
Conheceu-se parcialmente do recurso especial e negou-se-lhe provimento: mantiveram-se os fundamentos do acórdão recorrido de que a recorrente é legítima para figurar no polo passivo da execução fiscal, pois não comprovou o registro do título translativo ou do compromisso de compra e venda com alienação fiduciária (art. 23 da Lei 9.514/1997; art. 1.245 do CC) nem a imissão na posse prevista no contrato, de modo que não cabe reexame fático nem enfrentamento da legislação municipal pela via especial; pedidos de sobrestamento e divergência jurisprudencial foram indeferidos por inadequação ou insuficiência de demonstração
- Parties
- Recorrente / Executada: IRMAOS MODA EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS SPE LTDA; Recorrido / Exequente: Município de Porto Ferreira
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 16 April 2024
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Julgamento Em Recurso Especial (conhecimento Parcial E Negação De Provimento)
- Outcome
- Conheço em parte do Recurso Especial e nego-lhe provimento
- Legal Topics
- IPTU, CIP (custeio Do Serviço De Iluminação Pública), Execução Fiscal, Legitimidade Passiva, Alienação Fiduciária, Registro Imobiliário, Embargos De Declaração, Honorários Recursais
Case Brief
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Parties
IRMAOS MODA EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS SPE LTDA
Recorrente / Executada
Município de Porto Ferreira
Recorrido / Exequente
Procedural Posture
Recurso Especial / Julgamento Em Recurso Especial (conhecimento Parcial E Negação De Provimento)
Legal Issues
- 1 Se o promitente vendedor/alienante fiduciário é legítimo para figurar no polo passivo da execução fiscal de IPTU quando não comprovado o registro do título translativo ou do compromisso de compra e venda com alienação fiduciária
- 2 Se a eleição do sujeito passivo pela legislação municipal (CIP) afasta a legitimidade passiva do promitente vendedor quando não comprovada a imissão na posse
- 3 Se há omissão no acórdão recorrido quanto à legislação municipal e à CIP
Ratio Decidendi
Conheceu-se parcialmente do recurso especial e negou-se-lhe provimento: mantiveram-se os fundamentos do acórdão recorrido de que a recorrente é legítima para figurar no polo passivo da execução fiscal, pois não comprovou o registro do título translativo ou do compromisso de compra e venda com alienação fiduciária (art. 23 da Lei 9.514/1997; art. 1.245 do CC) nem a imissão na posse prevista no contrato, de modo que não cabe reexame fático nem enfrentamento da legislação municipal pela via especial; pedidos de sobrestamento e divergência jurisprudencial foram indeferidos por inadequação ou insuficiência de demonstração
Court Disposition
Conheço em parte do Recurso Especial e nego-lhe provimento
Orders
- Publique-se e intimem-se.
Full Case Text
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