AREsp 2076490 - ACORDAO

AREsp 2076490 - ACORDAO

Negou-se provimento ao agravo interno porque o acórdão recorrido enfrentou de forma suficiente as teses apresentadas, aplicando precedentes do STF (REs 594.015/SP e 601.720/RJ) que reconhecem que pessoa jurídica privada arrendatária de imóvel público para exploração econômica não goza da imunidade recíproca e está sujeita ao IPTU; além disso, a questão possui fundamento eminentemente constitucional e é de competência do STF, tornando incabível sua revisão em recurso especial.

Parties
Agravante: COMPANHIA AUXILIAR DE ARMAZÉNS GERAIS
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
01 April 2025
Procedural Posture
Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Segunda Turma (sessão Virtual De 20/03/2025 a 26/03/2025)
Outcome
Agravo interno não provido
Legal Topics
IPTU, Imunidade Recíproca, Arrendamento De Imóvel Público, Atividade Portuária, Omissão/negativa De Prestação Jurisdicional, Recurso Especial, Agravo Interno, Precedentes Do STF

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 5 Authorities cited 25 Party arguments 2
Sign in to unlock

Parties

COMPANHIA AUXILIAR DE ARMAZÉNS GERAIS

Agravante

Procedural Posture

Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Segunda Turma (sessão Virtual De 20/03/2025 a 26/03/2025)

  1. 1 Incidência do IPTU sobre imóvel público arrendado para exploração de atividade portuária
  2. 2 Aplicabilidade da imunidade recíproca prevista no art. 150, VI, a, da Constituição Federal à arrendatária privada
  3. 3 Existência de omissão, obscuridade ou negativa de prestação jurisdicional (arts. 489 e 1.022 do CPC/2015)

Ratio Decidendi

Negou-se provimento ao agravo interno porque o acórdão recorrido enfrentou de forma suficiente as teses apresentadas, aplicando precedentes do STF (REs 594.015/SP e 601.720/RJ) que reconhecem que pessoa jurídica privada arrendatária de imóvel público para exploração econômica não goza da imunidade recíproca e está sujeita ao IPTU; além disso, a questão possui fundamento eminentemente constitucional e é de competência do STF, tornando incabível sua revisão em recurso especial.

Court Disposition

Agravo interno não provido

Orders

  • Negar provimento ao agravo interno
  • Prevenir as partes de que a interposição de recurso manifestamente inadmissível, protelatório ou improcedente poderá acarretar a condenação nas penalidades dos arts. 1.021, § 4º, e 1.026, § 2º, do CPC/2015