AREsp 2505400 - ACORDAO
Negou-se provimento ao agravo interno porque o acórdão recorrido examinou fundamentadamente as questões suscitadas, não havendo omissão; a legislação municipal exige registro do compromisso de compra e venda para atribuir exclusividade da responsabilidade pelo IPTU ao compromissário comprador e, na ausência desse registro, aplica-se a corresponsabilidade entre comprador e vendedor; quanto à CIP, não houve prova da desvinculação da titularidade perante a concessionária, prevalecendo a presunção de veracidade do lançamento administrativo; e o reexame do conjunto probatório é vedado em Recurso Especial pela Súmula 7/STJ.
- Parties
- Agravante: IRMÃOS MODA EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS SPE LTDA; Agravada: Fazenda Municipal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 26 November 2025
- Procedural Posture
- Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Julgamento (sessão Virtual De 13/11/2025 a 19/11/2025)
- Outcome
- Agravo interno desprovido
- Legal Topics
- IPTU, Contribuição Para Iluminação Pública (cip), Legitimidade Passiva, Omissão De Acórdão (arts. 489 E 1.022 Cpc), Súmula 7/stj
Case Brief
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Parties
IRMÃOS MODA EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS SPE LTDA
Agravante
Fazenda Municipal
Agravada
Procedural Posture
Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Julgamento (sessão Virtual De 13/11/2025 a 19/11/2025)
Legal Issues
- 1 Existência de omissão no acórdão recorrido nos termos dos arts. 489 e 1.022 do CPC
- 2 Se o agravante pode ser considerado sujeito passivo do IPTU diante da ausência de registro do compromisso de compra e venda
- 3 Se o agravante pode ser considerado sujeito passivo da Contribuição para Iluminação Pública (CIP) diante da titularidade junto à concessionária
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo interno porque o acórdão recorrido examinou fundamentadamente as questões suscitadas, não havendo omissão; a legislação municipal exige registro do compromisso de compra e venda para atribuir exclusividade da responsabilidade pelo IPTU ao compromissário comprador e, na ausência desse registro, aplica-se a corresponsabilidade entre comprador e vendedor; quanto à CIP, não houve prova da desvinculação da titularidade perante a concessionária, prevalecendo a presunção de veracidade do lançamento administrativo; e o reexame do conjunto probatório é vedado em Recurso Especial pela Súmula 7/STJ.
Court Disposition
Agravo interno desprovido
Orders
- Agravo interno desprovido
- Negar provimento ao recurso especial
Full Case Text
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