AREsp 1783449 - DECISAO
O Tribunal concluiu que não houve omissão passível de correção por embargos de declaração, que o acórdão recorrido fundamentou adequadamente a sua conclusão de que o credor fiduciário, como proprietário resolúvel, pode ser sujeito passivo do IPTU nos termos do art. 34 do CTN, e que a alegação recursal relativa ao art. 34 do CTN estava insuficientemente fundamentada, atraindo a Súmula 284/STF, razão pela qual se conheceu do agravo, conheceu-se parcialmente do recurso especial e negou-se provimento a este.
- Parties
- Agravante: ITAU UNIBANCO S.A.
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 11 February 2021
- Procedural Posture
- Agravo De Instrumento / Decisão Sobre Conhecimento Do Agravo E Negativa De Provimento Do Recurso Especial (conheço Do Agravo Para Conhecer Parcialmente Do Recurso Especial E, Nessa Extensão, Negar Lhe Provimento)
- Outcome
- Conheço do agravo para conhecer parcialmente do recurso especial e, nessa extensão, negar-lhe provimento.
- Legal Topics
- IPTU, Sujeição Passiva, Ilegitimidade Passiva, Alienação Fiduciária, Embargos De Declaração, Omissão Judicial, Súmula 284 STF
Case Brief
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Parties
ITAU UNIBANCO S.A.
Agravante
Procedural Posture
Agravo De Instrumento / Decisão Sobre Conhecimento Do Agravo E Negativa De Provimento Do Recurso Especial (conheço Do Agravo Para Conhecer Parcialmente Do Recurso Especial E, Nessa Extensão, Negar Lhe Provimento)
Legal Issues
- 1 Se o credor fiduciário, na condição de proprietário resolúvel, pode ser sujeito passivo do IPTU nos termos do art. 34 do CTN
- 2 Se houve omissão no acórdão recorrido passível de ataque por embargos de declaração nos termos do art. 1.022 do CPC
- 3 Incidência da Súmula n. 284/STF em razão de deficiência de fundamentação do recurso especial apontando violação ao art. 34 do CTN
Ratio Decidendi
O Tribunal concluiu que não houve omissão passível de correção por embargos de declaração, que o acórdão recorrido fundamentou adequadamente a sua conclusão de que o credor fiduciário, como proprietário resolúvel, pode ser sujeito passivo do IPTU nos termos do art. 34 do CTN, e que a alegação recursal relativa ao art. 34 do CTN estava insuficientemente fundamentada, atraindo a Súmula 284/STF, razão pela qual se conheceu do agravo, conheceu-se parcialmente do recurso especial e negou-se provimento a este.
Court Disposition
Conheço do agravo para conhecer parcialmente do recurso especial e, nessa extensão, negar-lhe provimento.
Orders
- Conheço do agravo
- Conheço parcialmente do recurso especial
Full Case Text
Judgment text and source record
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