AREsp 1864746 - DECISAO

AREsp 1864746 - DECISAO

Conheceu-se do agravo e não se conheceu do recurso especial porque subsiste fundamento autônomo e suficiente no acórdão recorrido — a responsabilidade pelo IPTU foi atribuída ao fiduciante em razão da posse com animus domini, e o art. 27, §8º, da Lei 9.514/97 estabelece que o fiduciante responde pelos tributos até a imissão do fiduciário na posse — além disso a alegação de violação legal foi considerada deficientemente fundamentada, atraindo a Súmula 284/STF; assim, por aplicação das Súmulas 283 e 284 do STF e das normas regimentais, o recurso especial não foi conhecido.

Parties
Agravante: MUNICÍPIO DE SÃO PAULO; Agravado: BANCO BRADESCO
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
29 June 2021
Procedural Posture
Agravo Contra Decisão Que Não Admitiu Recurso Especial / Agravo Conhecido; Recurso Especial Não Conhecido
Outcome
Conheço do agravo para não conhecer do recurso especial.
Legal Topics
IPTU, Alienação Fiduciária, Legitimidade Passiva, Súmula 283/stf, Súmula 284/stf, Lei 9.514/1997, Código Tributário Nacional

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 6 Authorities cited 30 Party arguments 2 Amounts and remedies 1
Sign in to unlock

Parties

MUNICÍPIO DE SÃO PAULO

Agravante

BANCO BRADESCO

Agravado

Procedural Posture

Agravo Contra Decisão Que Não Admitiu Recurso Especial / Agravo Conhecido; Recurso Especial Não Conhecido

  1. 1 Admissibilidade do recurso especial
  2. 2 Se o credor fiduciário é contribuinte do IPTU e, portanto, legítimo passivo na execução fiscal
  3. 3 Aplicabilidade do art. 34 do CTN e do art. 27, §8º, da Lei 9.514/1997

Ratio Decidendi

Conheceu-se do agravo e não se conheceu do recurso especial porque subsiste fundamento autônomo e suficiente no acórdão recorrido — a responsabilidade pelo IPTU foi atribuída ao fiduciante em razão da posse com animus domini, e o art. 27, §8º, da Lei 9.514/97 estabelece que o fiduciante responde pelos tributos até a imissão do fiduciário na posse — além disso a alegação de violação legal foi considerada deficientemente fundamentada, atraindo a Súmula 284/STF; assim, por aplicação das Súmulas 283 e 284 do STF e das normas regimentais, o recurso especial não foi conhecido.

Court Disposition

Conheço do agravo para não conhecer do recurso especial.

Orders

  • Majoro os honorários de advogado em desfavor da parte recorrente em 15% sobre o valor já arbitrado nas instâncias de origem, nos termos do art. 85, § 11, do CPC, observados os limites legais aplicáveis
  • Publique-se