REsp 1906928 - DECISAO
Não conheço do recurso especial, pois parte das matérias apontadas não foi prequestionada (incidindo o óbice da Súmula 356/STF) e, quanto ao mérito apontado, a alteração do entendimento do Tribunal de origem demandaria reexame de matéria fático-probatória (vedado em Recurso Especial pela Súmula 7/STJ). O Tribunal de origem corretamente concluiu, com base no conjunto probatório, que os serviços prestados pelas empresas filiadas se enquadram nos itens 7.02 e 7.05 da LC 116/2003 e que a imunidade do art. 155, §3º da CF não afasta a incidência de ISS sobre serviços prestados por empresas terceirizadas.
- Parties
- Recorrente: Sindicato das Indústrias de Energia e de Serviços do Setor Elétrico do Estado do Ceará - SINDIENERGIA; Recorrido: Município de Maracanaú
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 17 February 2021
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Recurso Especial Não Conhecido
- Outcome
- Recurso especial não conhecido
- Legal Topics
- ISSQN, Imunidade Tributária (art. 155, §3º, Cf), Remessa Necessária, Súmula 7/stj, Prequestionamento (súmula 356/stf)
Case Brief
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Parties
Sindicato das Indústrias de Energia e de Serviços do Setor Elétrico do Estado do Ceará - SINDIENERGIA
Recorrente
Município de Maracanaú
Recorrido
Procedural Posture
Recurso Especial / Recurso Especial Não Conhecido
Legal Issues
- 1 Incidência do ISS sobre serviços prestados por empresas terceirizadas à concessionária de energia elétrica
- 2 Aplicabilidade da imunidade prevista no art. 155, §3º da CF às operações relativas à energia elétrica quando serviços são terceirizados
- 3 Enquadramento dos serviços nos itens 7.02 e 7.05 da lista anexa à Lei Complementar 116/2003
Ratio Decidendi
Não conheço do recurso especial, pois parte das matérias apontadas não foi prequestionada (incidindo o óbice da Súmula 356/STF) e, quanto ao mérito apontado, a alteração do entendimento do Tribunal de origem demandaria reexame de matéria fático-probatória (vedado em Recurso Especial pela Súmula 7/STJ). O Tribunal de origem corretamente concluiu, com base no conjunto probatório, que os serviços prestados pelas empresas filiadas se enquadram nos itens 7.02 e 7.05 da LC 116/2003 e que a imunidade do art. 155, §3º da CF não afasta a incidência de ISS sobre serviços prestados por empresas terceirizadas.
Court Disposition
Recurso especial não conhecido
Orders
- Publique-se.
Full Case Text
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