REsp 2267898 - DECISAO
O acórdão recorrido corretamente concluiu, com fundamento na análise contratual e na jurisprudência dominante, que o contrato de sublicenciamento de direitos de imagem constitui obrigação de dar (licença/autorização de uso de imagem) e não prestação de serviços, não havendo fato gerador do ISSQN; além disso, as alegadas omissões não caracterizam vício previsto no art. 1.022 do CPC, e a pretensão recursal demandaria reexame de matéria fática e contratual vedado pelas Súmulas 5 e 7 do STJ, bem como há óbice de fundamentação insuficiente (Súmula 284/STF) a parte das alegações; por esses motivos conheceu-se em parte do recurso e negou-lhe provimento, majorando os honorários recursais nos...
- Parties
- Recorrente: MUNICÍPIO DE FORTALEZA; Recorrida: Empresa autora (recorrida)
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 23 April 2026
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Decisão Monocrática (conhecimento Parcial E Negar Provimento)
- Outcome
- Conheço em parte do Recurso Especial e nego-lhe provimento, majorando os honorários advocatícios recursais nos termos expostos.
- Legal Topics
- ISSQN, Cessão De Direito De Imagem, Intermediação/agenciamento, Embargos De Declaração, Honorários Advocatícios Recursais, Súmulas 5 E 7/stj, Súmula 284/stf
Case Brief
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Parties
MUNICÍPIO DE FORTALEZA
Recorrente
Empresa autora (recorrida)
Recorrida
Procedural Posture
Recurso Especial / Decisão Monocrática (conhecimento Parcial E Negar Provimento)
Legal Issues
- 1 Incidência do ISSQN sobre cessão/licenciamento de direito de uso de imagem
- 2 Caracterização da atividade como obrigação de dar ou de fazer
- 3 Efeito da intermediação/agentamento sobre a natureza tributária do negócio
Ratio Decidendi
O acórdão recorrido corretamente concluiu, com fundamento na análise contratual e na jurisprudência dominante, que o contrato de sublicenciamento de direitos de imagem constitui obrigação de dar (licença/autorização de uso de imagem) e não prestação de serviços, não havendo fato gerador do ISSQN; além disso, as alegadas omissões não caracterizam vício previsto no art. 1.022 do CPC, e a pretensão recursal demandaria reexame de matéria fática e contratual vedado pelas Súmulas 5 e 7 do STJ, bem como há óbice de fundamentação insuficiente (Súmula 284/STF) a parte das alegações; por esses motivos conheceu-se em parte do recurso e negou-lhe provimento, majorando os honorários recursais nos...
Court Disposition
Conheço em parte do Recurso Especial e nego-lhe provimento, majorando os honorários advocatícios recursais nos termos expostos.
Orders
- Conheço em parte do Recurso Especial
- Nego provimento ao Recurso Especial
Full Case Text
Judgment text and source record
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