AREsp 2532194 - DECISAO
Conheceu-se do agravo, mas não se conheceu do recurso especial porque a matéria apontada envolve preceito infraconstitucional (art. 97 do CTN) que é mera reprodução de dispositivo constitucional, configurando questão de natureza constitucional que não pode ser analisada no recurso especial; ademais, o acórdão recorrido contém fundamento constitucional autônomo não atacado por recurso extraordinário (ó bice da Súmula 126/STJ), e eventual violação de lei federal seria indireta/reflexa exigindo exame de norma estadual (Súmula 280/STF), havendo ainda deficiência nas razões recursais (Súmula 284/STF).
- Parties
- Agravante/recorrente: FAZENDA DO ESTADO DE SÃO PAULO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 08 February 2024
- Procedural Posture
- Agravo Contra Decisão Que Não Admitiu Recurso Especial / Decisão De Conhecimento: Não Conhecimento Do Recurso Especial
- Legal Topics
- ITCMD, Base De Cálculo, Princípio Da Legalidade Tributária, Arbitramento Administrativo, Admissibilidade De Recurso Especial, Obstáculos De Súmula (126/stj, 284/stf, 280/stf)
Case Brief
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Parties
FAZENDA DO ESTADO DE SÃO PAULO
Agravante/recorrente
Procedural Posture
Agravo Contra Decisão Que Não Admitiu Recurso Especial / Decisão De Conhecimento: Não Conhecimento Do Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Possibilidade de procedimento administrativo de arbitramento para definição da base de cálculo do ITCMD
- 2 Competência legislativa estadual para fixação da base de cálculo do ITCMD
- 3 Incidência do princípio da legalidade (art. 97 do CTN) e sua natureza constitucional
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo, mas não se conheceu do recurso especial porque a matéria apontada envolve preceito infraconstitucional (art. 97 do CTN) que é mera reprodução de dispositivo constitucional, configurando questão de natureza constitucional que não pode ser analisada no recurso especial; ademais, o acórdão recorrido contém fundamento constitucional autônomo não atacado por recurso extraordinário (ó bice da Súmula 126/STJ), e eventual violação de lei federal seria indireta/reflexa exigindo exame de norma estadual (Súmula 280/STF), havendo ainda deficiência nas razões recursais (Súmula 284/STF).
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