AREsp 2508154 - ACORDAO
Rejeitaram-se os embargos de declaração porque não há omissão, contradição ou obscuridade no acórdão recorrido; a alegação quanto à existência de dolo exige reexame do conjunto fático-probatório, providência vedada em recurso especial pela Súmula n.7/STJ, de modo que os embargos não são meio adequado para modificar o julgado.
- Parties
- Autor: Ministério Público Federal; Réu/recorrente/embargante: Luiz Carlos Repiso Riela
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 02 December 2024
- Procedural Posture
- Ação Civil Pública / Embargos De Declaração (rejeitados Pela Segunda Turma)
- Outcome
- Embargos de declaração rejeitados por unanimidade pela Segunda Turma
- Legal Topics
- Improbidade Administrativa, FUNDEF, Lei N. 14.230/2021, Embargos De Declaração, Súmula N. 7/stj, Prequestionamento
Case Brief
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Parties
Ministério Público Federal
Autor
Luiz Carlos Repiso Riela
Réu/recorrente/embargante
Procedural Posture
Ação Civil Pública / Embargos De Declaração (rejeitados Pela Segunda Turma)
Legal Issues
- 1 Aplicação retroativa da Lei n. 14.230/2021
- 2 Existência de dolo na prática de atos de improbidade
- 3 Incidência da Súmula n.7/STJ e vedação ao reexame fático-probatório
Ratio Decidendi
Rejeitaram-se os embargos de declaração porque não há omissão, contradição ou obscuridade no acórdão recorrido; a alegação quanto à existência de dolo exige reexame do conjunto fático-probatório, providência vedada em recurso especial pela Súmula n.7/STJ, de modo que os embargos não são meio adequado para modificar o julgado.
Court Disposition
Embargos de declaração rejeitados por unanimidade pela Segunda Turma
Orders
- Rejeitam-se os embargos de declaração.
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