REsp 2199358 - DECISAO
O Tribunal de origem, com base no conjunto probatório, concluiu pela prática de ato de improbidade doloso pela recorrente, por autorizar pagamentos indevidos e antecipados sem aval técnico e com boletins de medição falsos, causando dano ao erário; a revisão dessa valoração implicaria reexame de provas vetado pela Súmula 7/STJ; ademais, o juízo de retratação não foi exercido por entender-se que o acórdão está em consonância com o entendimento do STF no Tema 1199. Assim, o Recurso Especial não pode prosperar e foi não conhecido nos termos legais invocados.
- Parties
- Recorrente: MARIA CELMA VELOSO DA SILVA; Réu: JOSÉ ALBERTO FERREIRA PORTO; Réu: COGEPAC ARQUITETURA, ENGENHARIA, CONSULTORIA, GESTÃO E PLANEJAMENTO DE CIDADES LTDA. - ME
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 14 April 2025
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Decisão Monocrática De Não Conhecimento (art. 932, Iii, Cpc)
- Outcome
- Não conheço do Recurso Especial
- Legal Topics
- Improbidade Administrativa, Ato Que Causa Dano Ao Erário (art. 10, Lei 8.429/92), Dolo, Reexame De Prova E Súmula 7/stj, Juízo De Retratação, Convênios E Transferências Voluntárias De Recursos Federais
Case Brief
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Parties
MARIA CELMA VELOSO DA SILVA
Recorrente
JOSÉ ALBERTO FERREIRA PORTO
Réu
COGEPAC ARQUITETURA, ENGENHARIA, CONSULTORIA, GESTÃO E PLANEJAMENTO DE CIDADES LTDA. - ME
Réu
Procedural Posture
Recurso Especial / Decisão Monocrática De Não Conhecimento (art. 932, Iii, Cpc)
Legal Issues
- 1 Configuração do ato de improbidade previsto no art. 10 da Lei nº 8.429/92
- 2 Presença do elemento subjetivo (dolo) na conduta da gestora
- 3 Pedido de formação de litisconsórcio passivo com Gileno Campos Gouveia
Ratio Decidendi
O Tribunal de origem, com base no conjunto probatório, concluiu pela prática de ato de improbidade doloso pela recorrente, por autorizar pagamentos indevidos e antecipados sem aval técnico e com boletins de medição falsos, causando dano ao erário; a revisão dessa valoração implicaria reexame de provas vetado pela Súmula 7/STJ; ademais, o juízo de retratação não foi exercido por entender-se que o acórdão está em consonância com o entendimento do STF no Tema 1199. Assim, o Recurso Especial não pode prosperar e foi não conhecido nos termos legais invocados.
Court Disposition
Não conheço do Recurso Especial
Orders
- Não conheço do Recurso Especial.
- Publique-se e intimem-se.
Full Case Text
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