AREsp 2322968 - DECISAO
Negou-se provimento ao agravo porque o Tribunal de origem concluiu, com base nas provas constantes dos autos (comunicação do TCU, depoimentos e ausência de prestação de contas), pela existência de dolo e pela prática de ato de improbidade; tal análise fático-probatória não pode ser reexaminada em recurso especial em razão da Súmula 7/STJ; além disso, a Corte regional aplicou corretamente os princípios da proporcionalidade e razoabilidade na dosimetria das penas.
- Parties
- Agravante: Manoel Gomes de Freitas; Respondente: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 01 December 2025
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decidido Negado Provimento
- Outcome
- Nego provimento ao agravo
- Legal Topics
- Improbidade Administrativa, Dolo, Penas, Recurso Especial, Súmula 7/stj, Proporcionalidade E Razoabilidade
Case Brief
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Parties
Manoel Gomes de Freitas
Agravante
Ministério Público Federal
Respondente
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decidido Negado Provimento
Legal Issues
- 1 Caracterização do dolo em atos de improbidade administrativa
- 2 Aplicação das sanções do art. 12 da Lei n. 8.429/1992 e vedação de cumulação indistinta
- 3 Impossibilidade de reexame de fatos e provas em recurso especial (Súmula 7/STJ)
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo porque o Tribunal de origem concluiu, com base nas provas constantes dos autos (comunicação do TCU, depoimentos e ausência de prestação de contas), pela existência de dolo e pela prática de ato de improbidade; tal análise fático-probatória não pode ser reexaminada em recurso especial em razão da Súmula 7/STJ; além disso, a Corte regional aplicou corretamente os princípios da proporcionalidade e razoabilidade na dosimetria das penas.
Court Disposition
Nego provimento ao agravo
Orders
- Nego provimento ao agravo
- Publique-se
Full Case Text
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