REsp 1802562 - ACORDAO
O agravo interno foi negado porque a alegação de julgamento extra petita ou a tese de ausência de dolo exigiria reexame do conjunto fático-probatório (análise da petição inicial e das provas) realizado pelo Tribunal de origem, o que é inviável em sede de recurso especial em razão da Súmula 7/STJ; ademais, o Tribunal de origem reconheceu, a partir das provas, o elemento subjetivo necessário à configuração do ato de improbidade administrativa.
- Parties
- Agravante: ANTÔNIO JORGE DE SOUZA MARQUES; Autor: Ministério Público do Estado de Minas Gerais
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 26 February 2021
- Procedural Posture
- Agravo Interno No Recurso Especial / Decisão Colegiada (acórdão)
- Outcome
- Agravo interno não provido
- Legal Topics
- Improbidade Administrativa, Julgamento Extra Petita, Súmula 7/stj, Enunciado Administrativo 3/stj, Elemento Subjetivo (dolo), Princípio Da Congruência
Case Brief
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Parties
ANTÔNIO JORGE DE SOUZA MARQUES
Agravante
Ministério Público do Estado de Minas Gerais
Autor
Procedural Posture
Agravo Interno No Recurso Especial / Decisão Colegiada (acórdão)
Legal Issues
- 1 Configuração de julgamento extra petita
- 2 Aplicabilidade da Súmula 7/STJ (vedação ao revolvimento de provas)
- 3 Presença do elemento subjetivo (dolo) para configuração de ato de improbidade no art. 11 da Lei 8.429/92
Ratio Decidendi
O agravo interno foi negado porque a alegação de julgamento extra petita ou a tese de ausência de dolo exigiria reexame do conjunto fático-probatório (análise da petição inicial e das provas) realizado pelo Tribunal de origem, o que é inviável em sede de recurso especial em razão da Súmula 7/STJ; ademais, o Tribunal de origem reconheceu, a partir das provas, o elemento subjetivo necessário à configuração do ato de improbidade administrativa.
Court Disposition
Agravo interno não provido
Orders
- Agravo interno não provido.
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