REsp 1671819 - ACORDAO

REsp 1671819 - ACORDAO

Negou-se seguimento ao recurso especial porque a questão central — a existência de dolo na conduta dos acusados, fundamento para a configuração da improbidade nos arts. 9 e 11 da Lei 8.429/1992 — envolve análise de matéria fático-probatória que não pode ser reexaminada em sede de recurso especial, em face do óbice imposto pela Súmula 7/STJ; ademais, o Tribunal de origem consignou a presença do elemento doloso, sendo inviável sua revisão nesta Corte.

Parties
Autor: MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS (MP/GO); Réu: LUIZ EDUARDO PITALUGA DA CUNHA; Recorrente / Réu: EVOLU SERVIC AMBIENTAL LTDA.; Recorrente / Sócio Diretor / Réu: VALMIR DE SOUSA PEREIRA
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
12 March 2021
Procedural Posture
Recurso Especial / Negado Seguimento (decisão De Inadmissibilidade/juízo De Admissibilidade)
Outcome
Negado seguimento ao Recurso Especial
Legal Topics
Improbidade Administrativa, Elemento Subjetivo (dolo/culpa), Súmula 7/stj, Aplicabilidade Do Cpc/1973, Revisão De Matéria Fático Probatória

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 4 Authorities cited 16 Party arguments 2 Amounts and remedies 5
Sign in to unlock

Parties

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS (MP/GO)

Autor

LUIZ EDUARDO PITALUGA DA CUNHA

Réu

EVOLU SERVIC AMBIENTAL LTDA.

Recorrente / Réu

VALMIR DE SOUSA PEREIRA

Recorrente / Sócio Diretor / Réu

Procedural Posture

Recurso Especial / Negado Seguimento (decisão De Inadmissibilidade/juízo De Admissibilidade)

  1. 1 Se a conduta imputada à pessoa jurídica e seu sócio configura ato de improbidade administrativa (arts. 9, 10 e 11 da Lei 8.429/1992)
  2. 2 Necessidade de exame do elemento subjetivo (dolo para arts. 9 e 11; ao menos culpa grave para art. 10)
  3. 3 Possibilidade de revisão de conclusão factual em Recurso Especial diante da Súmula 7/STJ

Ratio Decidendi

Negou-se seguimento ao recurso especial porque a questão central — a existência de dolo na conduta dos acusados, fundamento para a configuração da improbidade nos arts. 9 e 11 da Lei 8.429/1992 — envolve análise de matéria fático-probatória que não pode ser reexaminada em sede de recurso especial, em face do óbice imposto pela Súmula 7/STJ; ademais, o Tribunal de origem consignou a presença do elemento doloso, sendo inviável sua revisão nesta Corte.

Court Disposition

Negado seguimento ao Recurso Especial

Orders

  • Negado seguimento ao Recurso Especial