REsp 1938653 - DECISAO
Não conheço do Recurso Especial porque o acórdão recorrido assentou-se em valoração fático-probatória (laudo pericial, parecer da FUNASA, documentos e depoimentos) suficiente para a configuração do ato de improbidade (art.10, I, Lei 8.429/92) e para a dosimetria das penas; a pretensão recursal demandaria reexame de matéria fático-probatória, vedado em recurso especial pela Súmula 7/STJ, sendo aplicáveis os dispositivos processuais que autorizam o Relator a não conhecer do recurso (art.932 CPC/2015 e arts.34 e 255 do RISTJ).
- Parties
- Recorrente: DIÓGENES RUBERT LIBRELOTTO; Réu: ARI JOSÉ BONALDO PEGORARO; Empresa Contratada: J. dos Santos EPP; Réu/administrador: JOCEMIR DOS SANTOS; Empresa Contratada: CONCÓRDIA POÇOS; Concedente: FUNASA; Custos Iuris: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 19 May 2021
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Decisão Monocrática De Não Conhecimento (relator)
- Legal Topics
- Improbidade Administrativa, Dosimetria De Sanções, Prestação De Contas, Licitações E Contratos Administrativos, Súmula 7/stj
Case Brief
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Parties
DIÓGENES RUBERT LIBRELOTTO
Recorrente
ARI JOSÉ BONALDO PEGORARO
Réu
J. dos Santos EPP
Empresa Contratada
JOCEMIR DOS SANTOS
Réu/administrador
CONCÓRDIA POÇOS
Empresa Contratada
FUNASA
Concedente
MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
Custos Iuris
Procedural Posture
Recurso Especial / Decisão Monocrática De Não Conhecimento (relator)
Legal Issues
- 1 tipificação do ato no art.10, inciso I, da Lei 8.429/92
- 2 ausência ou presença do elemento subjetivo (dolo ou culpa grave)
- 3 existência de dano ao erário
Ratio Decidendi
Não conheço do Recurso Especial porque o acórdão recorrido assentou-se em valoração fático-probatória (laudo pericial, parecer da FUNASA, documentos e depoimentos) suficiente para a configuração do ato de improbidade (art.10, I, Lei 8.429/92) e para a dosimetria das penas; a pretensão recursal demandaria reexame de matéria fático-probatória, vedado em recurso especial pela Súmula 7/STJ, sendo aplicáveis os dispositivos processuais que autorizam o Relator a não conhecer do recurso (art.932 CPC/2015 e arts.34 e 255 do RISTJ).
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