REsp 1961419 - DECISAO
Não conhecer do recurso especial, porquanto a pretensão de revisão da dosimetria das sanções demanda reexame do conjunto fático-probatório vedado pela Súmula 7/STJ e porque se aplicam os requisitos de admissibilidade recursal (impugnação específica), autorizando decisão monocrática de não conhecimento com fundamento no art. 932, III, do CPC/2015 e arts. 34 e 255 do RISTJ; ademais, o Tribunal de origem justificou a redução da multa com base nos princípios da proporcionalidade e razoabilidade e na compreensão de que as sanções do art. 12 da LIA não são necessariamente cumulativas.
- Parties
- Recorrente: MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE MINAS GERAIS; Recorrido: 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 22 September 2021
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Decisão Monocrática De Não Conhecimento (art. 932, Iii, Cpc/2015)
- Outcome
- Não conheço do Recurso Especial
- Legal Topics
- Improbidade Administrativa, Dosimetria De Penas, Multa Civil, Súmula 7/stj, Princípio Da Razoabilidade, Princípio Da Proporcionalidade, Impugnação Específica (princípio Da Dialeticidade Recursal), Regime Recursal (cpc/2015)
Case Brief
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Parties
MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE MINAS GERAIS
Recorrente
5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais
Recorrido
Procedural Posture
Recurso Especial / Decisão Monocrática De Não Conhecimento (art. 932, Iii, Cpc/2015)
Legal Issues
- 1 Ofensa alegada aos arts. 11 e 12, III e parágrafo único, da Lei n. 8.429/1992
- 2 Possibilidade de revisão da dosimetria das sanções em ação de improbidade administrativa
- 3 Precedência da Súmula 7/STJ quanto ao reexame do conjunto fático-probatório
Ratio Decidendi
Não conhecer do recurso especial, porquanto a pretensão de revisão da dosimetria das sanções demanda reexame do conjunto fático-probatório vedado pela Súmula 7/STJ e porque se aplicam os requisitos de admissibilidade recursal (impugnação específica), autorizando decisão monocrática de não conhecimento com fundamento no art. 932, III, do CPC/2015 e arts. 34 e 255 do RISTJ; ademais, o Tribunal de origem justificou a redução da multa com base nos princípios da proporcionalidade e razoabilidade e na compreensão de que as sanções do art. 12 da LIA não são necessariamente cumulativas.
Court Disposition
Não conheço do Recurso Especial
Orders
- Publique-se e intimem-se.
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