REsp 1875615 - ACORDAO
O agravo interno foi improvido porque as alegações dos recorrentes exigem revolvimento do acervo fático-probatório (vedado pela Súmula 7/STJ) ou não demonstraram o cotejo analítico necessário para caracterizar dissídio jurisprudencial (incidindo a Súmula 284/STF); ademais, o tribunal de origem reconheceu o elemento subjetivo doloso e descreveu prejuízo e enriquecimento ilícito, de modo que não se aplica retroativamente a Lei n. 14.230/2021 no caso concreto, razão pela qual não se conhece do recurso especial e mantém-se a decisão recorrida.
- Parties
- Autor: Ministério Público do Estado da Bahia; Réu: José Humberto Carvalho Rocha; Réu: Rocha Serviços Médicos S/C Ltda.; Réu: Mônica Cury Oliveira Rocha
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 09 December 2024
- Procedural Posture
- Ação Civil Pública Por Ato De Improbidade Administrativa / Agravo Interno Em Recurso Especial (recurso Especial Não Conhecido; Agravo Interno Improvido)
- Outcome
- Agravo interno improvido; recurso especial não conhecido; manutenção da decisão do Tribunal de origem
- Legal Topics
- Improbidade Administrativa, Inexigibilidade De Licitação, Competência, Prescrição, Dolo, Dosimetria Da Pena, Venire Contra Factum Proprium, Reexame Fático Probatório (súmula 7/stj), Dissídio Jurisprudencial (arts. 1.029 CPC E 255 Ristj)
Case Brief
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Parties
Ministério Público do Estado da Bahia
Autor
José Humberto Carvalho Rocha
Réu
Rocha Serviços Médicos S/C Ltda.
Réu
Mônica Cury Oliveira Rocha
Réu
Procedural Posture
Ação Civil Pública Por Ato De Improbidade Administrativa / Agravo Interno Em Recurso Especial (recurso Especial Não Conhecido; Agravo Interno Improvido)
Legal Issues
- 1 Preliminar de incompetência da Justiça Estadual vs competência da Justiça Federal
- 2 Ilegitimidade ativa e falta de interesse do Ministério Público Estadual
- 3 Necessidade de dilação probatória e alegação de cerceamento de defesa/julgamento antecipado
Ratio Decidendi
O agravo interno foi improvido porque as alegações dos recorrentes exigem revolvimento do acervo fático-probatório (vedado pela Súmula 7/STJ) ou não demonstraram o cotejo analítico necessário para caracterizar dissídio jurisprudencial (incidindo a Súmula 284/STF); ademais, o tribunal de origem reconheceu o elemento subjetivo doloso e descreveu prejuízo e enriquecimento ilícito, de modo que não se aplica retroativamente a Lei n. 14.230/2021 no caso concreto, razão pela qual não se conhece do recurso especial e mantém-se a decisão recorrida.
Court Disposition
Agravo interno improvido; recurso especial não conhecido; manutenção da decisão do Tribunal de origem
Orders
- Negar provimento ao agravo interno
- Manter a decisão recorrida do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia
Full Case Text
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