AREsp 2432402 - DECISAO
O agravo não foi conhecido porque a parte agravante não impugnou de forma adequada e concreta os fundamentos adotados pelo Tribunal de origem para não admitir o recurso especial, violando o dever de dialeticidade recursal (art. 932, III, CPC/2015, c/c art. 3º do CPP), o que atraiu a aplicação da Súmula 182/STJ; alegações genéricas de que não haveria revolvimento do conjunto probatório são insuficientes.
- Parties
- Agravante: BRUNO DE SOUZA RIBEIRO; Manifestante: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 22 January 2025
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Não Conhecido
- Outcome
- Agravo em recurso especial não conhecido.
- Legal Topics
- Impugnação Deficiente, Súmula 182/stj, Súmula 7/stj, Dialeticidade Recursal, Admissibilidade
Case Brief
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Parties
BRUNO DE SOUZA RIBEIRO
Agravante
Ministério Público Federal
Manifestante
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Não Conhecido
Legal Issues
- 1 Incidência da Súmula 7 do STJ quanto ao reexame de provas
- 2 Impugnação deficiente e ausência de dialeticidade recursal (art. 932, III, CPC/2015, c/c art. 3º do CPP)
- 3 Aplicação da Súmula 182/STJ por falta de impugnação adequada e concreta
Ratio Decidendi
O agravo não foi conhecido porque a parte agravante não impugnou de forma adequada e concreta os fundamentos adotados pelo Tribunal de origem para não admitir o recurso especial, violando o dever de dialeticidade recursal (art. 932, III, CPC/2015, c/c art. 3º do CPP), o que atraiu a aplicação da Súmula 182/STJ; alegações genéricas de que não haveria revolvimento do conjunto probatório são insuficientes.
Court Disposition
Agravo em recurso especial não conhecido.
Orders
- Não conhecer do agravo em recurso especial (arts. 932, III, do CPC/2015, e 253, parágrafo único, I, do RISTJ).
- Publique-se.
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