AREsp 2487429 - DECISAO

AREsp 2487429 - DECISAO

O agravo foi negado provimento porque o Tribunal de origem enfrentou fundamentadamente as questões suscitadas, aplicou precedentes do STF (Temas 437 e 385) que reconhecem a possibilidade de incidência de IPTU sobre particular que explora atividade econômica em bem público, e a controvérsia possui fundamento essencialmente constitucional, matéria que não pode ser revista em recurso especial; assim, não houve omissão que justificasse a admissibilidade do recurso especial.

Parties
Agravante: Companhia Auxiliar de Armazéns Gerais; Recorrido: Município de Santos
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
05 February 2024
Procedural Posture
Agravo Contra Decisão Denegatória De Admissibilidade De Recurso Especial / Decisão Sobre Admissibilidade De Recurso Especial (negado Provimento Ao Agravo)
Outcome
Nego provimento ao agravo
Legal Topics
Imunidade Tributária Recíproca, IPTU, Arrendamento De Bem Público, Admissibilidade De Recurso Especial, Embargos À Execução Fiscal, Distinguishing, Princípio Da Livre Concorrência

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 2 Authorities cited 11 Party arguments 2 Amounts and remedies 1
Sign in to unlock

Parties

Companhia Auxiliar de Armazéns Gerais

Agravante

Município de Santos

Recorrido

Procedural Posture

Agravo Contra Decisão Denegatória De Admissibilidade De Recurso Especial / Decisão Sobre Admissibilidade De Recurso Especial (negado Provimento Ao Agravo)

  1. 1 Se a imunidade tributária recíproca prevista no art. 150, VI, alínea 'a', da CF/88 se estende à pessoa privada arrendatária de imóvel público que explora atividade econômica com fins lucrativos
  2. 2 Se a posse sem animus domini constitui fato gerador do IPTU nos termos do art. 32 do CTN
  3. 3 Se houve omissão do Tribunal de origem quanto à tese da agravante e se tal omissão autoriza admissibilidade do recurso especial

Ratio Decidendi

O agravo foi negado provimento porque o Tribunal de origem enfrentou fundamentadamente as questões suscitadas, aplicou precedentes do STF (Temas 437 e 385) que reconhecem a possibilidade de incidência de IPTU sobre particular que explora atividade econômica em bem público, e a controvérsia possui fundamento essencialmente constitucional, matéria que não pode ser revista em recurso especial; assim, não houve omissão que justificasse a admissibilidade do recurso especial.

Court Disposition

Nego provimento ao agravo

Orders

  • Nego provimento ao agravo.
  • Publique-se.