AREsp 1878369 - DECISAO
O Tribunal a quo concluiu que não houve ato ilícito do banco e que houve culpa exclusiva da consumidora, verificando que o banco monitorou e bloqueou os cartões ao identificar anomalias; o reexame dessas conclusões demandaria revolvimento fático-probatório vedado pela Súmula 7/STJ, razão pela qual o agravo foi...
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- Parties
- Agravante: MARIA MARCIA DOS SANTOS LEPORACE; Agravado: BANCO DO BRASIL
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 03 August 2021
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Juízo De Admissibilidade Conhecimento Do Agravo E Não Conhecimento Do Recurso Especial
- Outcome
- Conheço do agravo para não conhecer do recurso especial.
- Legal Topics
- Indenização Por Danos Morais, Fraude Em Cartão De Crédito, Culpa Exclusiva Do Consumidor, Reexame Fático Probatório E Súmula 7/stj, Dever De Guarda Do Cartão E Sigilo Da Senha
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Parties
MARIA MARCIA DOS SANTOS LEPORACE
Agravante
BANCO DO BRASIL
Agravado
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Juízo De Admissibilidade Conhecimento Do Agravo E Não Conhecimento Do Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Violação dos arts. 186 e 927 do Código Civil
- 2 Responsabilidade do banco por operações fraudulentas com cartão entregue a terceiro
- 3 Aplicabilidade da Súmula 7/STJ para impedir reexame de prova
Ratio Decidendi
O Tribunal a quo concluiu que não houve ato ilícito do banco e que houve culpa exclusiva da consumidora, verificando que o banco monitorou e bloqueou os cartões ao identificar anomalias; o reexame dessas conclusões demandaria revolvimento fático-probatório vedado pela Súmula 7/STJ, razão pela qual o agravo foi conhecido para não conhecer do recurso especial.
Court Disposition
Conheço do agravo para não conhecer do recurso especial.
Orders
- Intimem-se.
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