HC 882121 - DECISAO
Denegou-se a ordem porque o paciente encontra-se condenado pela prática de crime impeditivo e não impeditivo e, conforme o alinhamento da Terceira Seção ao entendimento do STF (SL 1698), quando, em razão da unificação de penas, remanescer cumprimento relativo a crime impeditivo do art. 7º do Decreto n. 11.302/2022, é inviável conceder o indulto.
- Parties
- Paciente: Mauricio da Silva Brasil; Autoridade Coatora: Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul; Ministério Público Federal (parecer Pela Denegação): Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 09 May 2024
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão Denegatória Em Habeas Corpus
- Outcome
- Ordem denegada.
- Legal Topics
- Indulto, Decreto Presidencial N. 11.302/2022, Unificação De Penas, Crime Impeditivo
Case Brief
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Parties
Mauricio da Silva Brasil
Paciente
Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul
Autoridade Coatora
Ministério Público Federal
Ministério Público Federal (parecer Pela Denegação)
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão Denegatória Em Habeas Corpus
Legal Issues
- 1 Possibilidade de concessão do indulto quando o apenado possui condenação por crime impeditivo e por crime não impeditivo não praticados em concurso
- 2 Interpretação do art. 11 e do art. 7º do Decreto n. 11.302/2022
- 3 Incidência da unificação de penas para aferir se remanesce cumprimento por crime impeditivo
Ratio Decidendi
Denegou-se a ordem porque o paciente encontra-se condenado pela prática de crime impeditivo e não impeditivo e, conforme o alinhamento da Terceira Seção ao entendimento do STF (SL 1698), quando, em razão da unificação de penas, remanescer cumprimento relativo a crime impeditivo do art. 7º do Decreto n. 11.302/2022, é inviável conceder o indulto.
Court Disposition
Ordem denegada.
Orders
- Denego a ordem.
- Publique-se.
Full Case Text
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