AREsp 2460199 - ACORDAO

AREsp 2460199 - ACORDAO

O agravo interno não foi conhecido por intempestividade, pois a decisão agravada foi publicada em 07/11/2023, iniciando o prazo em 08/11/2023 e findando em 29/11/2023, enquanto o agravo interno foi protocolado em 30/11/2023; não se impôs a multa do art. 1.021, §4º, do CPC/2015 por não estar demonstrada a manifesta inadmissibilidade ou caráter protelatório do recurso.

Parties
Agravante: MAURICIO DE ALMEIDA ANTONELLO; Agravado: Presidência do Superior Tribunal de Justiça
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
17 April 2024
Procedural Posture
Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Acórdão (não Conhecido)
Outcome
Agravo interno não conhecido.
Legal Topics
Intempestividade, Multa Do Art. 1.021, § 4º, Do Cpc/2015, Contagem De Prazos Processuais

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 3 Authorities cited 11 Party arguments 2
Sign in to unlock

Parties

MAURICIO DE ALMEIDA ANTONELLO

Agravante

Presidência do Superior Tribunal de Justiça

Agravado

Procedural Posture

Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Acórdão (não Conhecido)

  1. 1 Intempestividade do agravo interno
  2. 2 Contagem do prazo recursal (art. 1.003, §5º, art.219 e arts. 224, 231 do CPC/2015)
  3. 3 Possibilidade e requisitos para aplicação da multa do art. 1.021, §4º, do CPC/2015

Ratio Decidendi

O agravo interno não foi conhecido por intempestividade, pois a decisão agravada foi publicada em 07/11/2023, iniciando o prazo em 08/11/2023 e findando em 29/11/2023, enquanto o agravo interno foi protocolado em 30/11/2023; não se impôs a multa do art. 1.021, §4º, do CPC/2015 por não estar demonstrada a manifesta inadmissibilidade ou caráter protelatório do recurso.

Court Disposition

Agravo interno não conhecido.

Orders

  • Agravo interno não conhecido.
  • Não aplicada a multa prevista no art. 1.021, § 4º, do CPC/2015 no caso concreto.