HC 649489 - ACORDAO
A decisão monocrática do Relator é legalmente autorizada e passível de agravo regimental; o habeas corpus não pode substituir recurso próprio quando não há ilegalidade flagrante; das instâncias ordinárias e do Tribunal revisor resultou que as interceptações telefônicas foram devidamente autorizadas e fundamentadas nos termos da Lei 9.296/1996, as prorrogações foram justificadas e a perícia de voz não é legalmente exigida nem necessária, de modo que não se configurou constrangimento ilegal, devendo-se negar provimento ao agravo regimental.
- Parties
- Agravante/paciente: FLAUBER RAYNER LEIROZ; Corréu: Welly; Corréu: Ketly
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 10 August 2021
- Procedural Posture
- Agravo Regimental Em Habeas Corpus Substitutivo De Recurso Próprio / Impugnação De Decisão Monocrática Do Relator E Julgamento Pelo Colegiado (quinta Turma Do Stj)
- Outcome
- Agravo regimental desprovido
- Legal Topics
- Interceptação Telefônica, Perícia De Voz, Decisão Monocrática, Habeas Corpus Substitutivo De Recurso, Tráfico Ilícito De Entorpecentes, Associação Para O Tráfico, Nulidade Processual, Prorrogação De Interceptação, Súmula 7/stj
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
FLAUBER RAYNER LEIROZ
Agravante/paciente
Welly
Corréu
Ketly
Corréu
Procedural Posture
Agravo Regimental Em Habeas Corpus Substitutivo De Recurso Próprio / Impugnação De Decisão Monocrática Do Relator E Julgamento Pelo Colegiado (quinta Turma Do Stj)
Legal Issues
- 1 Possibilidade de decisão monocrática pelo Relator
- 2 Adequação do habeas corpus como substitutivo de recurso próprio
- 3 Legalidade e fundamentação das interceptações telefônicas
Ratio Decidendi
A decisão monocrática do Relator é legalmente autorizada e passível de agravo regimental; o habeas corpus não pode substituir recurso próprio quando não há ilegalidade flagrante; das instâncias ordinárias e do Tribunal revisor resultou que as interceptações telefônicas foram devidamente autorizadas e fundamentadas nos termos da Lei 9.296/1996, as prorrogações foram justificadas e a perícia de voz não é legalmente exigida nem necessária, de modo que não se configurou constrangimento ilegal, devendo-se negar provimento ao agravo regimental.
Court Disposition
Agravo regimental desprovido
Orders
- Negar provimento ao agravo regimental.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment