AREsp 2491600 - DECISAO
Conheceu-se do agravo e, no exame do recurso especial, concluiu-se que as interceptações telefônicas foram regularmente autorizadas e fundamentadas nos termos do art. 2º da Lei n. 9.296/96 (com diligências prévias e demonstração da imprescindibilidade da medida), de modo que não se reconhece nulidade das provas; além disso, a revisão de matéria fático-probatória é vedada por força da Súmula 7/STJ; por fim, parte das teses recursais não foi especificada quanto aos dispositivos federais supostamente violados, atraindo a Súmula 284/STF, e tampouco houve prequestionamento, atraindo as Súmulas 282 e 356/STF, razão pela qual o recurso especial, na extensão conhecida, foi negado provimento.
- Parties
- Recorrente/agravante: RICARDO DOS SANTOS SERRALHEIRO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 12 April 2024
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Conhecimento E Julgamento (stj)
- Outcome
- Conheço do agravo e, em parte, conheço do recurso especial; nego-lhe provimento.
- Legal Topics
- Interceptação Telefônica, Nulidade De Prova, Denúncia Anônima, Ação Controlada / Flagrante Forjado, Teoria Dos Frutos Da Árvore Envenenada, Súmula 7/stj, Prequestionamento E Admissibilidade Recursal
Case Brief
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Parties
RICARDO DOS SANTOS SERRALHEIRO
Recorrente/agravante
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Conhecimento E Julgamento (stj)
Legal Issues
- 1 Ilicitude das interceptações telefônicas por ausência de requisitos legais (art.2º Lei 9.296/96)
- 2 Origem das interceptações a partir de denúncia anônima e necessidade de diligências preliminares
- 3 Alegação de ação policial sem autorização judicial (ação controlada) e possível flagrante forjado
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo e, no exame do recurso especial, concluiu-se que as interceptações telefônicas foram regularmente autorizadas e fundamentadas nos termos do art. 2º da Lei n. 9.296/96 (com diligências prévias e demonstração da imprescindibilidade da medida), de modo que não se reconhece nulidade das provas; além disso, a revisão de matéria fático-probatória é vedada por força da Súmula 7/STJ; por fim, parte das teses recursais não foi especificada quanto aos dispositivos federais supostamente violados, atraindo a Súmula 284/STF, e tampouco houve prequestionamento, atraindo as Súmulas 282 e 356/STF, razão pela qual o recurso especial, na extensão conhecida, foi negado provimento.
Court Disposition
Conheço do agravo e, em parte, conheço do recurso especial; nego-lhe provimento.
Orders
- Conheço do agravo e, em parte, conheço do recurso especial; nego-lhe provimento.
- Publique-se.
Full Case Text
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