AREsp 2613285 - DECISAO
Negou-se provimento ao agravo porque a interpretação do Tribunal de origem, no sentido de que a obrigação de monitoramento deve ser cumprida pela agravante, podendo iniciar-se imediatamente e tendo cinco anos como termo final, constitui interpretação admissível do título executivo que não altera a coisa julgada; rever tal conclusão implicaria reexame de provas e fatos, o que é vedado pela Súmula 7 do STJ.
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 04 December 2024
- Procedural Posture
- Agravo Nos Próprios Autos / Julgamento Do Agravo Contra Decisão Que Inadmitiu Recurso Especial
- Outcome
- NEGO PROVIMENTO ao agravo.
- Legal Topics
- Interpretação Do Título Executivo, Obrigação De Fazer, Monitoramento De Obras, Admissibilidade De Recurso Especial, Súmula 7
Case Brief
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Procedural Posture
Agravo Nos Próprios Autos / Julgamento Do Agravo Contra Decisão Que Inadmitiu Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Violação dos arts. 502 e 503 do CPC/2015
- 2 Se a interpretação do título executivo configura alteração da coisa julgada
- 3 Se a obrigação de monitoramento deve ser cumprida imediatamente ou apenas a partir do trânsito em julgado
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo porque a interpretação do Tribunal de origem, no sentido de que a obrigação de monitoramento deve ser cumprida pela agravante, podendo iniciar-se imediatamente e tendo cinco anos como termo final, constitui interpretação admissível do título executivo que não altera a coisa julgada; rever tal conclusão implicaria reexame de provas e fatos, o que é vedado pela Súmula 7 do STJ.
Court Disposition
NEGO PROVIMENTO ao agravo.
Orders
- Publique-se e intimem-se.
Full Case Text
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