HC 955232 - DECISAO
Concluiu-se que, diante das premissas fáticas registradas (existência de mandado de prisão em aberto, apresentação de documento falso pelo paciente, oferta de suborno e armas, localização de 14,17 g de cocaína e outros elementos indicativos de atividade delituosa), existiam fundadas razões nos termos do art. 240, § 1º, do CPP e da jurisprudência do STF (RE 603.616/RO), de modo que o ingresso domiciliar foi legítimo e a ordem de habeas corpus deve ser denegada.
- Parties
- Paciente: CARLOS EDUARDO DE JESUS; Coator: Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais; Manifestante (parecer Favorável À Denegação): Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 23 December 2024
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão
- Outcome
- Denego a ordem.
- Legal Topics
- Inviolabilidade De Domicílio, Busca E Apreensão, Entrada Sem Mandado, Consentimento Do Morador, Tráfico De Drogas, Habeas Corpus, Provas Ilícitas, Prisão Preventiva
Case Brief
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Parties
CARLOS EDUARDO DE JESUS
Paciente
Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais
Coator
Ministério Público Federal
Manifestante (parecer Favorável À Denegação)
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão
Legal Issues
- 1 legitimidade do ingresso domiciliar sem mandado
- 2 requisitos das fundadas razões para ingresso em domicílio
- 3 ônus probatório sobre a voluntariedade do consentimento do morador
Ratio Decidendi
Concluiu-se que, diante das premissas fáticas registradas (existência de mandado de prisão em aberto, apresentação de documento falso pelo paciente, oferta de suborno e armas, localização de 14,17 g de cocaína e outros elementos indicativos de atividade delituosa), existiam fundadas razões nos termos do art. 240, § 1º, do CPP e da jurisprudência do STF (RE 603.616/RO), de modo que o ingresso domiciliar foi legítimo e a ordem de habeas corpus deve ser denegada.
Court Disposition
Denego a ordem.
Orders
- Denego a ordem.
- Publique-se e intimem-se.
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