REsp 1863572 - ACORDAO
Negou-se provimento ao agravo interno porque o Tribunal de origem concluiu, com base na prova e no contrato, que a cláusula penal foi observada e aplicada pela sentença, de modo que os juros de mora devem incidir desde a citação; pretender alterar tal conclusão exigiria reexame fático-probatório vedado pelas Súmulas n. 5 e 7 do STJ. Não se caracterizou litigância de má-fé ou ato protelatório que autorizasse a multa do art. 1.021, § 4º, do CPC/2015.
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 26 April 2024
- Procedural Posture
- Agravo Interno No Recurso Especial / Decisão Colegiada (quarta Turma, Sessão Virtual)
- Outcome
- Agravo interno negado provimento por unanimidade
- Legal Topics
- Juros De Mora, Cláusula Penal, Termo Inicial, Súmulas N. 5 E 7 Do STJ, Litigância De Má Fé
Case Brief
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Procedural Posture
Agravo Interno No Recurso Especial / Decisão Colegiada (quarta Turma, Sessão Virtual)
Legal Issues
- 1 Termo inicial dos juros de mora na restituição de valores em ação de rescisão contratual
- 2 Aplicação ou modificação da cláusula penal pelo decisum e seus efeitos sobre o termo inicial dos juros
- 3 Limites ao reexame fático-probatório em recurso especial (Súmulas 5 e 7/STJ)
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo interno porque o Tribunal de origem concluiu, com base na prova e no contrato, que a cláusula penal foi observada e aplicada pela sentença, de modo que os juros de mora devem incidir desde a citação; pretender alterar tal conclusão exigiria reexame fático-probatório vedado pelas Súmulas n. 5 e 7 do STJ. Não se caracterizou litigância de má-fé ou ato protelatório que autorizasse a multa do art. 1.021, § 4º, do CPC/2015.
Court Disposition
Agravo interno negado provimento por unanimidade
Orders
- Negar provimento ao agravo interno
- Não aplicar a multa prevista no art. 1.021, § 4º, do CPC/2015
Full Case Text
Judgment text and source record
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