AREsp 2487414 - DECISAO
Negou-se provimento ao agravo por entender o Tribunal que as alegações de hipossuficiência eram inverossímeis diante de elementos que indicavam capacidade financeira (transação de 60.000.000 de criptoativos e controvérsia superior a R$ 7.000.000,00), e porque a verificação exigiria reexame de matéria fático-probatória, o que é vedado em recurso especial pela Súmula 7/STJ; determinou-se, ainda, a majoração dos honorários em 10% nos termos do art. 85, §11, do CPC/15.
- Parties
- Agravante: JOÃO EDUARDO MARINHO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 15 April 2024
- Procedural Posture
- Agravo De Instrumento / Decisão
- Outcome
- Agravo não provido.
- Legal Topics
- Justiça Gratuita, Custas Processuais, Honorários Advocatícios, Súmula 7/stj, Prova
Case Brief
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Parties
JOÃO EDUARDO MARINHO
Agravante
Procedural Posture
Agravo De Instrumento / Decisão
Legal Issues
- 1 Concessão de justiça gratuita e comprovação de hipossuficiência
- 2 Obrigação de comprovação nos termos do art. 99, §2º, CPC/2015
- 3 Impossibilidade de diferimento/parcelamento das custas
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo por entender o Tribunal que as alegações de hipossuficiência eram inverossímeis diante de elementos que indicavam capacidade financeira (transação de 60.000.000 de criptoativos e controvérsia superior a R$ 7.000.000,00), e porque a verificação exigiria reexame de matéria fático-probatória, o que é vedado em recurso especial pela Súmula 7/STJ; determinou-se, ainda, a majoração dos honorários em 10% nos termos do art. 85, §11, do CPC/15.
Court Disposition
Agravo não provido.
Orders
- Nego provimento ao agravo em recurso especial.
- Majoro em 10% a quantia já arbitrada a título de honorários em favor da parte recorrida, nos termos do art. 85, §11, do CPC/15.
Full Case Text
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