AREsp 2593023 - DECISAO
Negou-se provimento ao agravo porque o Tribunal de origem concluiu, com base em elementos fático-probatórios constantes dos autos (documentos que evidenciavam faturamento e atividade empresarial), que a agravante não comprovou hipossuficiência; a pretensão recursal demandaria reexame dessas provas, o que é vedado pela Súmula 7/STJ.
- Parties
- Agravante: RELAX COSMÉTICOS NATURAIS LTDA E OUTROS
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 17 June 2024
- Procedural Posture
- Agravo (art. 1.042, Cpc/15) / Julgamento De Agravo No Superior Tribunal De Justiça
- Outcome
- negou provimento ao agravo
- Legal Topics
- Justiça Gratuita, Súmula 7/stj, Súmula 481/stj, Execução Por Título Extrajudicial, Gratuidade De Justiça Para Pessoa Jurídica, Art. 98 CPC, Art. 99 CPC
Case Brief
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Parties
RELAX COSMÉTICOS NATURAIS LTDA E OUTROS
Agravante
Procedural Posture
Agravo (art. 1.042, Cpc/15) / Julgamento De Agravo No Superior Tribunal De Justiça
Legal Issues
- 1 Concessão da justiça gratuita a pessoa jurídica
- 2 Comprovação de hipossuficiência financeira
- 3 Incidência da Súmula 7/STJ impedindo reexame de provas
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo porque o Tribunal de origem concluiu, com base em elementos fático-probatórios constantes dos autos (documentos que evidenciavam faturamento e atividade empresarial), que a agravante não comprovou hipossuficiência; a pretensão recursal demandaria reexame dessas provas, o que é vedado pela Súmula 7/STJ.
Court Disposition
negou provimento ao agravo
Orders
- Nego provimento ao agravo.
- Publique-se. Intimem-se.
Full Case Text
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