REsp 1894357 - DECISAO
Ao reexaminar o Recurso Especial, o Relator considerou que o acórdão recorrido está em consonância com a jurisprudência dominante do STJ, que reconhece a legitimidade passiva do Banco do Brasil enquanto gestor das contas vinculadas ao PASEP para responder por alegadas falhas de gestão; diante dessa orientação, negou provimento ao Recurso Especial e prejudicou o agravo interno. Quanto aos honorários recursais, concluiu-se pela impossibilidade de majoração por ausência de condenação anterior, aplicando-se as regras do CPC/2015 conforme os enunciados administrativos do Plenário.
- Parties
- Agravante: Leopoldo Nunes de Melo; Recorrente: Banco do Brasil S.A.
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 08 March 2021
- Procedural Posture
- Agravo Interno Em Recurso Especial / Decisão De Reconsideração E Julgamento Do Recurso Especial (art. 1.021 Cpc/2015)
- Outcome
- RECONSIDERO a decisão de fls. 159/261, restando prejudicado o Agravo Interno de fls. 264/269 e, com fundamento no art. 932, IV, do CPC/2015 e normas do RISTJ, NEGO PROVIMENTO ao Recurso Especial.
- Legal Topics
- Legitimidade Passiva, PASEP, Honorários Advocatícios Recursais, Competência Da Justiça Comum Estadual, Responsabilidade Civil Do Gestor Do PASEP
Case Brief
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Parties
Leopoldo Nunes de Melo
Agravante
Banco do Brasil S.A.
Recorrente
Procedural Posture
Agravo Interno Em Recurso Especial / Decisão De Reconsideração E Julgamento Do Recurso Especial (art. 1.021 Cpc/2015)
Legal Issues
- 1 Legitimidade passiva do Banco do Brasil nas ações relativas ao PASEP
- 2 Competência da justiça comum estadual para demandas relativas ao PASEP
- 3 Aplicação do art. 37, §6º da Constituição à responsabilidade do gestor do serviço público
Ratio Decidendi
Ao reexaminar o Recurso Especial, o Relator considerou que o acórdão recorrido está em consonância com a jurisprudência dominante do STJ, que reconhece a legitimidade passiva do Banco do Brasil enquanto gestor das contas vinculadas ao PASEP para responder por alegadas falhas de gestão; diante dessa orientação, negou provimento ao Recurso Especial e prejudicou o agravo interno. Quanto aos honorários recursais, concluiu-se pela impossibilidade de majoração por ausência de condenação anterior, aplicando-se as regras do CPC/2015 conforme os enunciados administrativos do Plenário.
Court Disposition
RECONSIDERO a decisão de fls. 159/261, restando prejudicado o Agravo Interno de fls. 264/269 e, com fundamento no art. 932, IV, do CPC/2015 e normas do RISTJ, NEGO PROVIMENTO ao Recurso Especial.
Orders
- RECONSIDERO a decisão de fls. 159/261e
- PREJUDICADO O AGRAVO INTERNO de fls. 264/269e
Full Case Text
Judgment text and source record
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