REsp 2173785 - ACORDAO
Negou-se provimento ao agravo interno porque o tribunal de origem examinou adequadamente as questões relevantes, não houve omissão nos termos dos arts. 489 e 1.022 do CPC/2015, o agravo de instrumento é o recurso apropriado para decisão em liquidação de sentença que não põe fim ao processo (sendo erro grosseiro a interposição de recurso diverso) e não se caracterizou manifesta inadmissibilidade ou improcedência apta a justificar a multa prevista no art. 1.021, §4º do CPC/2015.
- Parties
- Agravante: COMPANHIA DE ELETRICIDADE DO AMAPÁ (CEA)
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 29 November 2024
- Procedural Posture
- Agravo Interno No Recurso Especial / Acórdão Primeira Turma
- Outcome
- Agravo Interno improvido
- Legal Topics
- Liquidação De Sentença, Agravo De Instrumento, Fungibilidade Recursal, Embargos De Declaração, Súmulas E Precedentes, Multa Processual (art. 1.021, §4º Cpc/2015)
Case Brief
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Parties
COMPANHIA DE ELETRICIDADE DO AMAPÁ (CEA)
Agravante
Procedural Posture
Agravo Interno No Recurso Especial / Acórdão Primeira Turma
Legal Issues
- 1 Alegada violação aos arts. 489 e 1.022 do CPC/2015
- 2 Cabimento do agravo de instrumento em liquidação de sentença que não põe fim ao processo
- 3 Aplicabilidade do princípio da fungibilidade recursal
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo interno porque o tribunal de origem examinou adequadamente as questões relevantes, não houve omissão nos termos dos arts. 489 e 1.022 do CPC/2015, o agravo de instrumento é o recurso apropriado para decisão em liquidação de sentença que não põe fim ao processo (sendo erro grosseiro a interposição de recurso diverso) e não se caracterizou manifesta inadmissibilidade ou improcedência apta a justificar a multa prevista no art. 1.021, §4º do CPC/2015.
Court Disposition
Agravo Interno improvido
Orders
- Negou-se provimento ao Agravo Interno
- Não foi imposta a multa prevista no art. 1.021, §4º do CPC/2015
Full Case Text
Judgment text and source record
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