REsp 2032031 - DECISAO
O Supremo Tribunal de Justiça não conheceu do recurso da Fundação Carlos Chagas por deficiência na indicação do dispositivo federal questionado (incidência da Súmula 284/STF) e, quanto ao recurso do Estado do Amapá, conheceu parcialmente e deu-lhe parcial provimento para reconhecer a ilegitimidade passiva do Presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Amapá, entendendo que, embora o Judiciário costume não se imiscuir nos critérios de correção de provas, é admissível o controle jurisdicional quando há erro material comprovado (no caso, aplicação de regimento interno de outra Assembleia), mas a autoridade indicada originalmente não seria a legitimada para figurar no polo passivo.
- Parties
- Recorrente: FUNDAÇÃO CARLOS CHAGAS; Recorrente: ESTADO DO AMAPÁ; Autoridade Coatora: Presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Amapá
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 24 March 2025
- Procedural Posture
- Mandado De Segurança / Recurso Especial (admissão E Julgamento No Stj)
- Outcome
- Não conheço do recurso da FUNDAÇÃO CARLOS CHAGAS; conheço parcialmente do recurso do ESTADO DO AMAPÁ e dou-lhe parcial provimento para reconhecer a ilegitimidade passiva do Presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Amapá.
- Legal Topics
- Mandado De Segurança, Concurso Público, Legitimidade Passiva, Erro Material, Controle Jurisdicional, Anulação De Questões De Concurso
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
FUNDAÇÃO CARLOS CHAGAS
Recorrente
ESTADO DO AMAPÁ
Recorrente
Presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Amapá
Autoridade Coatora
Procedural Posture
Mandado De Segurança / Recurso Especial (admissão E Julgamento No Stj)
Legal Issues
- 1 Ilegitimidade passiva do Presidente da Assembleia Legislativa para figurar no polo passivo de mandado de segurança sobre correção de prova
- 2 Possibilidade de intervenção do Judiciário na correção de provas de concurso público em casos de erro material
- 3 Limites ao reexame judicial do mérito de atos administrativos e aplicação das súmulas 7 e 284
Ratio Decidendi
O Supremo Tribunal de Justiça não conheceu do recurso da Fundação Carlos Chagas por deficiência na indicação do dispositivo federal questionado (incidência da Súmula 284/STF) e, quanto ao recurso do Estado do Amapá, conheceu parcialmente e deu-lhe parcial provimento para reconhecer a ilegitimidade passiva do Presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Amapá, entendendo que, embora o Judiciário costume não se imiscuir nos critérios de correção de provas, é admissível o controle jurisdicional quando há erro material comprovado (no caso, aplicação de regimento interno de outra Assembleia), mas a autoridade indicada originalmente não seria a legitimada para figurar no polo passivo.
Court Disposition
Não conheço do recurso da FUNDAÇÃO CARLOS CHAGAS; conheço parcialmente do recurso do ESTADO DO AMAPÁ e dou-lhe parcial provimento para reconhecer a ilegitimidade passiva do Presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Amapá.
Orders
- Publique-se.
- Intimem-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment